Katy Perry: Part of Me

Sim, eu sei. Não postei ontem, como disse que ia fazer, mas…Eu consegui! Finalmente assisti Part of Me!!! Uma palavra apenas para isso: perfeito! Ok, agora vou contar um pouco do filme e do que achei.

Bem, como já devem saber, Part Of Me, é um documentário que mostra a trajetória de Katy Perry, o que ela enfrentou para ser a estrela que é e os acontecimentos durante a turnê “California Dreams”, ocorrida por todo ano de 2011.

Primeiro desafio: Katy foi criada em uma família pentecostal. Os pais dela viajavam o país pregando, e Katy e seus irmãos cresceram num meio onde tudo o que fosse relacionado a Deus era permitido, incluindo a música gospel, que foi por onde Katy começou. Aos 15 anos gravou o primeiro cd, como Katy Hudson e com músicas gospels. Michael Jackson e os Smurfs eram umas das coisas proibidas, mas Katy começou a ter vontade de fazer essas coisas e um dia quando foi na casa de uma amiga e ouviu Alanis Morissete tudo mudou.

Segundo desafio: Aos 18, se mudou para grande L.A. e vivia sozinha. Assinou com uma gravadora que queria transformá-la em uma próxima Avril Lavigne ou outra cantora, mas ela apenas queria ser a “1° Katy Perry”. Essa gravadora não entendia a vontade da diva, mas também não queria largá-la, porque sabiam que se a menina saísse, assinaria com outra empresa e se tornaria uma estrela. E assim foi. Uma das funcionárias que trabalhava na tal gravadora, gostava muito de Katy e pegou todos os seus arquivos. Quando foi admitidita em outra gravadora, a Capitol Records, mostrou o trabalho de Katy. A garota de Santa Bárbara assinou com a Capitol e lançou seu primeiro disco, “One of The Boys”, com ajuda de Glen Ballard  e com o single “I Kissed a Girl”, que espantou um pouco sua família, mas ela estava contente e progredindo muito, muito rápido.

3° desafio: Katy conheceu Russel Brand em 2008. Casaram-se em 2009, após o pedido de casamento dele numa viagem dos dois ao Rajastão. Veio a turnê. Shows todos os dias, durante um ano. Katy crescia mais ainda, mas via pouco o Russ, como ela chamava o marido.  Nos dias que a cantora deveria descansar, preferia ir para onde Russel estava para encontrá-lo. Fim do ano, término do casamento por Russel Brand. Katy fica muito abalada, mas prefere continuar com os shows. No show em São Paulo, havia pouquíssimo tempo que os dois tinham terminado e ela estava muito triste, mas o maior público da turnê a fez chorar de alegria com as palavras: “Katy, Eu te Amo!”

Tudo bem. Acabei contando mais que devia, mas não faz mal. Ainda falta muita coisa, que é melhor saber assistindo. Depois que da exibição do filme saí admirando mais a Katy Perry. E é como todos os fãs diziam no documentário: ela me faz achar que é legal ser do jeito que sou.

É isso. Até mais! 😉

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