#empoderar6: 5 lugares na internet para entender o feminismo!

Oi, tudo bem com você? Espero que sim!😉

Se a revolução é feminista com certeza ela é virtual! Chegou um tempo na internet em que felizmente nossos feeds não são somente abastecidos com gatos e memes. Ainda que você não curta páginas sobre feminismo, de vez ou outra aparece aquele textão da amiga de uma amiga sua na rede que está falando sobre e ganhou tantos compartilhamentos que chegou a você.

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Imagem: Reprodução.

A entrada e a utilização bem feitas dos movimentos sociais no ciberespaço são fundamentais para popularizarem as discussões e chacoalharem nossos pensamentos, presos a colocações repetitivas em nossas timelines.  

Posts. Vídeos. Denúncias. Campanhas. Críticas. Graças ao ativismo virtual aprendemos a dar nomes às opressões e como lutar contra, ajudamos o próximo que vive a quilômetros de distância, recebemos conselhos de gente que procura verdadeiramente nos entender, enfim, passamos por um intenso processo de desconstrução.

Pensando nisso, reuni algumas páginas da internet que me iniciaram na conversa feminista e assim como as minhas, vão bagunçar suas ideias diariamente.

Blogueiras Negras: Para entender os problemas que o machismo e o racismo causam juntos.

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Imagem: Reprodução.

Como mulheres negras crescemos sendo invisibilizadas em todo canto, a mercê dos estereótipos que nos empurram.  Daí nasce a necessidade de criarmos nossos próprios espaços para sermos vistas. Foi justamente assim que surgiu o Blogueiras Negras, um site onde mulheres negras escrevem textos maravilhosos e s-u-p-e-r embasados, lembrando às suas semelhantes que elas não estão sozinhas e que são maiores do que pensam. Ah, todo ano elas lançam a lista 25 negras mais influentes da web. Vale a pena conferir!

Não Aguento Quando: Para cutucar o machismo nosso de cada dia.

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Imagem: Reprodução.

Sete jovens universitárias transformaram um trabalho da faculdade num espaço incrível para discutir sobre feminismo e começarmos a entender as formas de opressões na vida de mulheres. Com uma linguagem que atinge desde adolescentes a adultas, o NAQ compartilha histórias e reflexões de mulheres diferentes, fazendo o que é chamado de feminismo interseccional. E de texto em texto, cada vez mais leitoras compartilham situações que nenhuma mulher aguenta mais sofrer, colocando o dedo na ferida dos autores.

Geledés: Um instrumento de luta contra o racismo e o sexismo.

“Gèlède é originalmente uma forma de sociedade secreta feminina de caráter religioso existente nas sociedades tradicionais yorubás. Expressa o poder feminino sobre a fertilidade da terra, a procriação e o bem estar da comunidade.” – O que é Geledé?Geledés

Inspiradas no significado de Geledés, palavra de origem Iorubá, um dos maiores grupos etno-linguísticos da África, mulheres negras formam um coletivo que luta contra o racismo e o sexismo. Tanto dentro como fora da internet, elas buscam através de seus trabalhos criar uma rede de assistência onde nem sempre os órgãos públicos chegam a tempo. No site encontramos diversas fontes sobre temas como educação, saúde, mercado de trabalho, e políticas públicas, além de um feminismo com recorte racial, é claro.

Revista Capitolina: mais visibilidade, por favor!

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Imagem: Reprodução.

Sabe aquelas revistas adolescentes, cheias de clichês e de pouca representatividade? – Quem nunca quis comprar a maquiagem da matéria, mas o preço dela era astronômico? Ou se viu ali com o título de “exótica”? A Capitolina é inteiramente o oposto! Essa é uma mídia independente produzida por mulheres cansadas de verem o mesmo modo excludente de escrever para adolescentes se repetir e resolveram “estabelecer um diálogo honesto com as leitoras, […] sem restrições de classe social, raça, orientação sexual, aparência física, ou qualquer outra forma de interesse”. E elas falam de tudo: de escola a moda, até games, relacionamentos e política. 

Empodere Duas Mulheres: E aproveite muito melhor o seu tempo.

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Imagem: Reprodução.

As palavras da criadora da campanha, a Mayanara Fanucci, é o que você precisa entender sobre o Empodere Duas Mulheres: “se no lugar de explicar o feminismo pra um homem você empoderar duas irmãs, penso que um dia nada mais vai ter que ser explicado. O feminismo está acontecendo, meu povo. Vamos largar de perder tempo explicando pra quem nunca vai querer perder os privilégios e ensinar para quem realmente importa o que isso tudo significa.”  Um pouco de verdade demais? Sempre bom! E para mais é só ir lá na página do Facebook, pois ela é um compilado gigantesco de várias mulheres, com suas distintas realidades esclarecendo como a banda toca.

Para entender mais sobre o feminismo virtual:

O que você acha do ciberfeminismo? Já conhecia essas páginas? Conto que você pensa nos comentários! E não deixe de seguir o blog nas redes sociais e empoderar-se muito mais! Um beijo e até mais!

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quem sou mari gomes autor

Um comentário sobre “#empoderar6: 5 lugares na internet para entender o feminismo!

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