#distrair13: 4 filmes para assistir e conhecer o Afroflix!

Oi, tudo bem com vocês? Eu espero que sim!😉

Como prometi no último post aqui do blog, estou me organizando para que esse espaço não fique tão desatualizado. E já que em muitos lugares do país o frio bate à porta, nada melhor do que passar os dias mais chuvosos debaixo de uma coberta assistindo um bom filme.❤

Último post: Maia Vox TV – Tag Blogueiras Negras.

Pensando nisso selecionei alguns filmes que já assisti e estão disponíveis no Afroflix. Você não está lendo errado, não é a Netflix.

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Imagem: Reprodução Afroflix.

Afroflix é uma iniciativa brasileira e independente que promove a visibilidade negra no audiovisual. Diferente da irmã gringa, todo o conteúdo é distribuído gratuitamente e cada obra ali foi escrita, dirigida, produzida ou protagonizada por uma pessoa negra.

Além disso, o Afroflix conta com seis mulheres negras entre os idealizadores: a diretora Yasmin Thayná, a jornalista Silvana Bahia, a desenvolvedora e UX designer Steffania Paola, a designer Bruna Souza e as pesquisadoras Monique Rocco e Erika Candido.❤ Todo esse esforço para quebrar o ciclo da má representatividade da pessoa negra nas produções aqui do Brasil.

Pesquisa realizada pelo Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, revela baixa participação de mulheres e negros nas funções de atuação, direção e roteirização de produções do cinema brasileiro que tiveram maior bilheteria entre 2002 e 2012: 84% dos diretores eram homens de cor branca, 13% mulheres brancas, apenas 2% eram homens negros e não havia, entre os pesquisados, nenhuma mulher negra.

Fonte: Afroflix: plataforma gratuita dá visibilidade a produções de pessoas negras, Empresa Brasil de Comunicação.

A plataforma é colaborativa, o que significa que qualquer obra – entre curtas, longas, séries, documentários, vlogs e clipes – pode fazer parte do catálogo, inclusive obras estrangeiras, desde que respeite os termos de uso do site. É só se cadastrar ou indicar algum trabalho pelo formulário disponível.

E sem mais delongas, estão aqui as quatro produções que recomendo hoje para você!

Elekô:

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Elekô era o nome de uma sociedade secreta de mulheres guerreiras africanas que tinha como líder, Obá. Poesia pura em forma de vídeo sobre o que é ser mulher, preta e brasileira.

Sinopse: Um fio de poesia vermelha conduzindo a experiência audiovisual de fazer-se e afirmar-se na loucura das condições de ser negra e mulher. Olhando a história a partir do porto, reconhecer e afirmar as potências e a beleza. Parir do próprio sofrimento um horizonte de liberdade, apoio e colaboração. Encontrar na presença de outras mulheres a força do feminino e o sagrado sentido de ser, até poder celebrar a vida, em fêmea comunhão e sociedade.

Mwany:

mwany

Uma história linda sobre a Sónia, moçambicana que se mudou para o Brasil.

Sinopse: Todo coração é uma nação. Mwany (lê-se Muani) é um retrato poético de uma mulher e seu país em uma terra estrangeira.

O lado de cima da cabeça:

o lado de cima da cabeça

Mais que recomendado para quem passou, passa ou pensa em passar pela transição capilar.

Sinopse: Esse documentário tem como intuito refletir sobre os conceitos pré-estabelecidos pela sociedade acerca da estética capilar negra.

Confira aqui todos os posts sobre Transição Capilar do blog!

25 de julho – O Feminismo Negro contado em primeira pessoa:

25 de julho

Lugar de fala para quem é de fala. Conta com a participação de diferentes mulheres negras em diversas posições da sociedade, mas juntas num mesmo propósito.

Sinopse: O filme surge por conta da curiosa situação de existir uma data tão significativa para as mulheres, em nosso contexto político social, o 25 de julho e mesmo assim o dia 8 de março ainda é mais reconhecido e comemorado por nossas guerreiras terceiro-mundistas. Assim o documentarista Avelino Regicida, junto com a Do Morro Produções lança em 2013 a proposta de desenvolver um documentário/pesquisa que trate sobre a data e diversas questões que a cercam.

Recomendado aqui no blog: 6 mulheres negras  da nossa história: Aqualtune, Dandara, Tereza de Benguela, Luiza Mahin e Lélia González!

*Todas as imagens dos filmes nesse post são capturas de tela dos respectivos e pertencem aos seus criadores.

E aí, qual é o filme que você vai assistir primeiro? Já conhecia a iniciativa? Quais outras obras você indica? Deixe sua opinião nos comentários.

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Um comentário sobre “#distrair13: 4 filmes para assistir e conhecer o Afroflix!

  1. Pingback: “Sonhos, inseguranças e procrastinação” ou “Voltei, galera!” | Maia Vox

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