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Maia Vox TV: 5 coisas que aprendi em 2 anos de cabelo natural!

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Oi gente, tudo bem com vocês? Eu espero que sim! 😉

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Como eu avisei aqui na semana passada há duas semanas, no vídeo de reativação do Maia Vox TV, finalmente chegou o vídeo em que divido com vocês 5 coisas que aprendi em 2 anos de cabelo natural.

Clique aqui para conferir a série sobre Transição Capilar no blog!

Quem acompanha o blog há um tempinho sabe que escrevi bastante sobre minha transição capilar. Faltava apenas falar sobre o que aconteceu depois desse processo todo. Pretendo ainda compartilhar mais dicas e descobertas dessa vida de cabelo natural.

Por enquanto, vamos lá conferir o último vídeo!

Confira aqui o post sobre Cronograma Capilar!

Vídeo sobre Big Chop!

E aí, o que achou do vídeo? Já passou pela transição capilar? Como você cuida do seu cabelo! Deixe sua opinião aqui nos comentários! E ah, não se esqueça de se inscrever para não perder nenhuma atualização! 

Também compartilhe e acompanhe nas redes sociais! Um abraço e até mais! 😉

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Reativação do Maia Vox Tv!

Oi, tudo bem com você? Eu espero que sim! 😉

Finalmenteee o canal do blog está reativado! Você já pode conferir algumas das novidades que virão no vídeo de hoje!

Anote na agenda: Sábado que vêm tem vídeo novo! “5 coisas que eu aprendi com 2 anos de cabelo natural”! Aproveite e chame xs amigxs pelas redes sociais!

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Não se esqueça de já se inscrever no canal! Um ótimo sábado e até mais! 😉

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#celebrar11: Encontro de Crespxs e Cacheadxs de Aracaju!

Oi, gente! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim! 😉

Por motivos mais que especiais o blog começa esta semana celebrando o Encontro de Crespxs e Cacheadxs de Aracaju, que aconteceu no último domingo na Praça da Sementeira. ❤

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Confira aqui a sessão de posts “Celebrar”.

O tema dessa edição do encontro foi “AFROntando o Racismo”, em que se discutiu não só a jornada capilar de cada participante do evento, mas também como suas experiências se relacionavam com o racismo. A oportunidade ainda serviu para conversar sobre estratégias de luta contra esse problema social.

Leia aqui todos os textos sobre Racismo no blog!

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Para completar ainda teve afroempreendedorismo, feirinha de trocas, contos africanos, oficina de turbantes e bastante música.

Ah, os looks dos participantes foram um show a parte! Da raiz do cabelo às pontas dos pés tudo ali representava aceitação e identidade. Parecia que eu estava num festival de música como o AfroPunk!

Já conhece o AfroPunk? Ele não é apenas um festival, mas também um movimento. Clique aqui e leia o post no blog!

Clique sobre as fotos para vê-las ampliadas.

Essa foi a primeira vez que fui a um encontro do tipo. Saí de lá ultra renovada e fortalecida. Espaços como esses são preciosos, porque amplificam a voz de quem muitas vezes é silenciadx. Por isso, recomendo a quem nunca foi a um evento assim, participe!

Clique sobre as fotos para vê-las ampliadas.

Procure saber de coletivos em sua cidade que organizam esses momentos. Grupos nas redes sociais, como o Crespxs e Cacheadxs de Aracaju, são um bom começo. E se não tiver, por que não juntar uma galera e fazer um movimento assim? Pode ter certeza de que o tombamento vai ser forte!

E aí, o que achou? Já foi a algum encontro desses? Por sinal, você aí estava lá nesse último domingo? Deixe nos comentários! Também acompanhe o blog pelas redes sociais e compartilhe o post com xs amigxs! Um super abraço e até mais! 😉

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#celebrar10: lições para aprender com Willow Smith!

Oi, tudo bem com você? Espero que sim!

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Imagem: Reprodução.

Continuando a tirar os atrasos do blog, finalmente chegamos a edição 10 do Celebrar. Nada melhor que esse ser um post em homenagem a Willow Smith, a mais nova integrante do clã Smith (Will, Jada-Pinkett, Trey, Jaden e Willow).

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Imagem: Reprodução.

Willow Smith não pertence a padrões, tampouco procura se encaixar em algum deles. Ela é o tipo de pessoa que simultaneamente está se fazendo e acontecendo. E sua curiosidade pela vida não será reduzida tão fácil, afinal ela ainda tem 15 anos, mas já é bem dona de si.

Mesmo com pouca idade, podemos aprender algo de muito valioso com ela. Confira agora quatro lições para relembrar e colocar em prática nas nossas rotinas. 

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Imagem: Reprodução.

Nem tudo é sobre fama. Trabalhe duro pelos seus sonhos!

Fama não é tão difícil assim quando se é filha de Jada e Will Smith, mas um bom trabalho não se sustenta apenas em aparências. Ele é fruto primeiro de dedicação. Por mais que seus pais tenham contatos na indústria, Willow foi quem teve a iniciativa para entrar no mundo da música e vem tecendo uma carreira graças ao seu esforço. Não a toa ela, aos 9 anos, assinou com a Roc Nation, gravadora do rapper Jay-Z. Além disso, desde “Whip My Hair”, em 2011, ela evoluiu bastante e imprimiu mais de suas experiências de vida nas canções que se seguiram, como em na faixa “Organization & Classification”, do seu último álbum, Ardipithecus. Só nos resta esperar o que vem por aí!

Seja você!

Rótulos: como eu disse no início do post, isso é algo que não a pertence. Estudante, música, ativista, Willow é isso tudo e muito mais do que nossos sentidos podem captar pelos tabloides. Dos pés a cabeça, ela se viu criticada desde muito cedo, fossem essas opiniões positivas ou negativas, mas como disse na entrevista recente à Teen Vogue, com o passar do tempo foi entendendo que “a vida não é sobre se encontrar, mas criar a si mesma.” Isso nos leva ao próximo item:

Experimente sempre!

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Imagem: Reprodução.

“Estou entrando em uma nova fase de minha vida, completamente desconhecida, e estou pulando com tudo. O que posso fazer daqui para frente é continuar mudando paradigmas e continuar a forçar o envelope a ir longe e mais longe. Mas estou fazendo isso todos os dias apenas sendo eu mesma.” Essa foi a Willow durante a entrevista para ser capa da Teen Vogue na edição Maio/2016.

A cada vez que nos abrimos para uma nova experiência, damos a chance das oportunidade aparecerem em nossas vidas, oportunidades às vezes nem sonhadas. E agarrá-las faz partir do processo de evolução: tentar, errar, aprender e tentar novamente. Por isso ficar preso aos mesmos pensamentos pode fazer até mesmo o tempo nos deixar para trás. Então vamos aproveitar o momento! 

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 Com um estilo próprio e inventivo, muitas vezes criticado, Willow foi nomeada Embaixadora da Chanel este ano. Na foto ela e ninguém menos que Karl Largefeld, chefão atual da Chanel. Imagem: Reprodução.

Gentileza gera gentileza.

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Imagem: Reprodução.

Sabe quando o recalque bate e falam de você, ou você mesmo fala dos outros? Não há muito o que possamos fazer quando não gostam da gente. E isso não significa ficar de bico fechado. Entretanto, responder com o mesmo nível de insulto não melhora a situação de jeito nenhum. Há pessoas nesse mundo que vão nos amar e outra que não, mas é como a Willow falou: “Se você não gosta de mim ou se gosta, ambos são igualmente interessantes. Eu mando amor e energia positiva para todas essas pessoas em suas vidas. Eu espero que elas encontrem onde querem estar.” Além de livrar nosso cotidiano de estresse e ódio gratuito, lembrar disso salva a nossa energia para coisas melhores e mais úteis.

Já conhecia a fantástica Ms. Willow Smith? Qual dessas lições você coloca em prática? Conte nos comentários e compartilhe o post com seus amigos e amigas! Acompanhe o blog também pelas redes sociais! Até mais! 😉

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#Celebrar9: Crespas e coloridas!

Oi, tudo bem com você? Eu espero que sim!

Voltei gente! Foi mal pela falta de posts na última semana, mas às vezes a vida acontece e eu preciso aproveitar um tempo fora da internet, até mesmo para ter o que conversar com vocês aqui.

Depois de todas essas desculpas, esfarrapadas ou não, vamos ao que interessa que são cabelos crespos e cacheados coloridos. Entre muitos dos estigmas que existem sobre nossos cabelos enrolados um deles é que não podemos abusar de cores como o loiro, muito menos de tons vibrantes como verde, azul, rosa e o que tiver mais no arco-íris.

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Rindo de quem disse que não podemos pintar nossos cabelos como quisermos. Imagem: Reprodução.

Felizmente, a cada dia mais nesse processo de aceitação dos nossos crespos e cachos, muita gente vem provando o contrário. Loiro? Já dominamos há bastante tempo. Arco-íris: Porque não?

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Imagem: Reprodução.

Por eu estar pensando seriamente em tingir meus fios, procuro muitas fotos de cabelos crespos coloridos. Por isso vou compartilhar com vocês cinco contas no Instagram que inspiram muito. Quem sabe você também não pense em mudar de cor? 😉 Continuar lendo

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#celebrar8: Amandla Stenberg – poder até no nome!

Oi, tudo bem com você? Espero que sim! 😉

Finalmente é sexta-feira! E isso significa celebrar pessoas incríveis aqui no blog! Para começarmos esse mês de Abril bastante inspirados hoje vamos conhecer a Amandla Stenberg!

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Imagem: Instagram @AmandlaStenberg.

Poderosa desde o nome, que significa “poder” em Zulu,  e conhecida principalmente pela sua atuação no filme Jogos Vorazes (2014) como Rue, Amandla Stenberg vêm chamando a atenção do mundo pela quantidade de projetos que desenvolve e dos seus depoimentos empoderadores. Continuar lendo

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#empoderar9: Significado dos turbantes e mais umas verdades sobre apropriação cultural!

Oi, tudo bem com você? Espero que sim!

Ontem eu assisti a uma palestra maravilhosa e transformadora sobre feminismo negro, produzida pelo Desabafo Social, o Escambo de Ideias #3. Na discussão falou-se sobre estratégias de luta contra o sexismo e o racismo. Uma das palestrantes era a Joice Berth, arquiteta e militante do movimento negro, e no meio da conversa ela estabeleceu a diferença entre fortalecimento e empoderamento. Segundo ela fortalecimento está ligado à estética, a abraçar suas raízes, como por exemplo, abandonar os alisamentos e usar os cabelos crespos e cacheados naturalmente. Já empoderamento é ter conhecimento sobre sua ancestralidade e da estrutura do sistema racista e através desse saber, construir defesas contra as opressões que lhe acometem. Se você não conferiu ontem, confira neste link aqui. Vale muito à pena!

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“Nem sempre quem está fortalecido está empoderado.” Com isso em mente, hoje então é dia de entender o significado dos turbantes para a cultura afro-brasileira. Além disso, vim discutir mais uma vez apropriação cultural, porque enquanto fazia as pesquisas para esse post, lendo outros textos, muitos comentários referentes a eles eram justificativas esfarrapadas sobre utilização de materiais de outros povos e culturas. E não, não podemos viver cheios de disse-me-disse!

Leia aqui os textos no blog sobre “Transição Capilar”!

Sobre turbantes!

Os turbantes são elementos que caminham por vários povos, de norte a sul, de leste a oeste. Persas, árabes, indianos e africanos são alguns deles. Também conhecido como Ojá na África Negra, sendo utilizado em instrumentos musicais, roupas e até mesmo para as mães carregarem suas crianças, ele desempenha papéis de classificação social, religião e vestuário. 

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Imagem: Reprodução.

Aqui no Brasil, influenciado pela cultura africana, o turbante é uma das inúmeras peças que compõem as baianas, figura típica do nosso país que remetem às mucamas na época da escravidão, mas que também participam das religiões afro-brasileiras, como o candomblé. E por falar nas religiões nascidas aqui, a umbanda e o xangô também incorporaram o turbante.

Com o crescimento do movimento negro na década de 60 nos Estados Unidos, os turbantes, assim como outros elementos da cultura africana, foram colocados como símbolo de resistência à segregação racial que o país enfrentava. Hoje, um movimento que lá clama pela mesma ideia é o Afropunk, que envolve música, transgressão e identidade. 

Conheça o movimento AfroPunk neste post do blog!

Aqui no Brasil, o movimento negro também trouxe esse ideal de identificação com o continente africano por meio da estética. No presente, a internet tem sido um grande divulgador desses elementos, tendo a aceitação do cabelo como maior ponto de partida e os turbantes como ato de afirmação identitária.

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Alguns trajes maravilhosos do no festival de música do AfroPunk.

Entretanto, assim como aconteceu na década de 20 e 30, com estilistas como Paul Poiret e Coco Chanel, a indústria de moda atual encontrou nos turbantes uma fonte de consumo e através de sua produção em massa, os significados, sobretudo os de influência africana, estão sendo distorcidos, causando o que conhecemos como Apropriação Cultural. Continuar lendo