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Encontros e africanidades!

Oi, tudo bem com você? Eu espero que sim! 😉

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Aconteceu nos dias 1 e 2 de novembro, em Salvador o primeiro projeto “Encontros e Africanidades”. A iniciativa foi criada pelo coletivo Desabafo Social em parceria com a relações públicas Ítala Herta para apoiar os projetos futuros do grupo baiano.

Fortalecendo o evento estavam o Dream Team do Passinho, as cantoras Juliana Ribeiro – também historiadora, McSoffia e Tássia Reis, a poeta Mel Duarte, a pesquisadora de tendências Luma Nascimento e a cientista social em formação e youtuber Nátaly Neri. Pude conferir no segundo dia o #NaRoda sobre Mulheres Artvistas, ou seja, que são ativistas pela arte, e divido com vocês um pouco do que aconteceu por lá! Continuar lendo

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Maia Vox TV: Hierarquização dos tipos de cabelo e frustração!

Oi, gente, tudo bem com vocês? Eu espero que sim!

É com muita alegria que apresento hoje para vocês o primeiro vídeo da série (Des)Enrolando, que foi pensada para avançar no tema empoderamento através da estética, algo que tanto converso com vocês por aqui.

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#distrair13: 4 filmes para assistir e conhecer o Afroflix!

Oi, tudo bem com vocês? Eu espero que sim! 😉

Como prometi no último post aqui do blog, estou me organizando para que esse espaço não fique tão desatualizado. E já que em muitos lugares do país o frio bate à porta, nada melhor do que passar os dias mais chuvosos debaixo de uma coberta assistindo um bom filme. ❤

Último post: Maia Vox TV – Tag Blogueiras Negras.

Pensando nisso selecionei alguns filmes que já assisti e estão disponíveis no Afroflix. Você não está lendo errado, não é a Netflix.

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Imagem: Reprodução Afroflix.

Afroflix é uma iniciativa brasileira e independente que promove a visibilidade negra no audiovisual. Diferente da irmã gringa, todo o conteúdo é distribuído gratuitamente e cada obra ali foi escrita, dirigida, produzida ou protagonizada por uma pessoa negra. Continuar lendo

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#empoderar13: Não somos iguais! E isso também não é um problema!

Imagem: Metro, de Nicolas Winspeare

Imagem: Metro, de Nicolas Winspeare. Creative Commons.

Como já discutido num post anterior (aqui), sororidade é a irmandade entre mulheres, um exercício de empatia. E a conversa sobre empatia, da importância de se colocar no lugar do outro está em alta. Entretanto, na prática, por melhores que sejam as intenções, acabamos por impor nosso olhar sobre as experiências alheias e assim, agindo completamente diferente do que pregamos. Continuar lendo

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#empoderar12: 6 mulheres negras da nossa história: Aqualtune, Dandara, Tereza de Benguela, Luíza Mahin, Carolina Maria de Jesus e Lélia Gonzalez.

Oi, tudo bem com vocês? Eu espero que sim! 😉

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Sexta-feira passada foi o 13 de Maio. Ao contrário do que é repassado em muitas escolas Brasil a fora, a assinatura da Lei Áurea em 1888 pela Princesa Isabel não foi um ato de benevolência da majestade. Estava mais para um ato bem interesseiro, de lucros além-mar. Logo após a assinatura, os ex-escravos que não continuaram nos antigos postos de subordinação, já que não eram bem-vindos nos centros urbanos, ocuparam os morros.

Pancrácio aceitou tudo; aceitou até um peteleco que lhe dei no dia seguinte, por me não escovar bem as botas; efeitos da liberdade. Mas eu expliquei-lhe que o peteleco, sendo um impulso natural, não podia anular o direito civil adquirido por um título que lhe dei. Êle continuava livre, eu de mau humor; eram dois estados naturais, quase divinos.

Machado de Assis. Crônica publicada no jornal Gazeta de Notícias, em 19 de maio de 1888. Trecho retirado de Geledés.

Estamos aqui 128 anos após a tal lei e a população negra ainda sofre com os resquícios dos tempos de cativeiro.

Minha princesa nunca foi Isabel. Minha princesa é Dandara!

Seguindo a ideia dos últimos 8 de marços aqui no blog, reuni nesse post 6 mulheres negras importantes da nossa história brasileira, comumente apagadas dos livros. Conheça hoje Aqualtune, Dandara, Tereza de Benguela, Luíza Mahin, Carolina Maria de Jesus e Lélia Gonzalez!

Confira ainda aqui no Maia Vox:

Aqualtune:  Princesa do Congo no século XVII. Guerreira africana, liderava tropas no seu país de origem. Aqui no Brasil, não se rendeu ao sistema escravocrata e o mais rápido que pode fugiu e se reuniu no Quilombo dos Palmares, na Serra da Barriga, Alagoas. Carregando seu legado real, foi líder quilombola, e herdaram seu dom Ganga Zumba, seu filho, e Zumbi dos Palmares, seu neto.

Fonte: Espaço Aqualtune – Parque Memorial Quilombo dos Palmares

Dandara: Muito além de ser esposa de Zumbi dos Palmares, Dandara era uma das lideranças femininas no quilombo dos Palmares.  Além de ajudar na comunidade com a plantação, a produção de farinha de mandioca e a caça, ela defendia seu território, fosse com a capoeira, empunhando armas ou liderando as falanges femininas do exército negro palmarino.

Fonte: Dandara: A Face Feminina de Palmares – Geledés

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Da esquerda para a direita: Carolina Maria de Jesus, Luíza Mahin e Lélia González. Imagens: Reprodução.

Tereza de Benguela:  também guerreira como Dandara e Aqualtune, Tereza liderou o quilombo de Quariterê, em Mato Grosso, no século XVIII. Este cresceu tanto sob seu comando que chegou a agregar índios bolivianos e brasileiros. Obviamente, isso incomodou bastante as Coroas espanhola e portuguesa. Depois de muita luta, infelizmente Tereza foi presa. Entretanto, recusou-se até o último instante a uma situação de escravizada, suicidando-se.

Fonte:A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE FEMININA DAS MULHERES DE VILA BELA DA SANTÍSSIMA TRINDADE – Elen Luci Prates – CEFAPRO Cuibá

Luíza Mahin:

Luíza Mahin, “uma negra, africana livre, da Costa da Mina”, mãe do poeta Luiz Gama, é idealizada e reverenciada por segmentos da sociedade brasileira associados aos movimentos negros e à valorização da história e cultura afrobrasileiras, sendo representada pela memória histórica como uma quitandeira que foi escrava de ganho e que sempre resistiu ao cativeiro. Uma mulher insubordinada, que se tornou símbolo de luta e resistência negra, configurando um mito para a população afrodescendente.

Fonte: Trecho de LUIZA MAHIN ENTRE FICÇÃO E HISTÓRIA, de ALINE NAJARA DA SILVA GONÇALVES para UNEB (UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA).

Carolina Maria de Jesus:

 Nascida em Sacramento (MG), Carolina mudou-se para a capital paulista em 1947 […] Apesar do pouco estudo, tendo cursado apenas as séries iniciais do primário, ela reunia em casa mais de 20 cadernos com testemunhos sobre o cotidiano da favela, um dos quais deu origem ao livro “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”, publicado em 1960. Após o lançamento, seguiram-se três edições, com um total de 100 mil exemplares vendidos, tradução para 13 idiomas e vendas em mais de 40 países.

Fonte: Trecho da Biografia  de Carolina Maria de Jesus – Educação UOL

Lélia González: Descolonização do saber e da produção de conhecimento era um dos pensamentos de Lélia González, intelectual negra brasileira, defensora de um feminismo afrolatinoamericano. “Atuou como desencadeadora das mais importantes propostas de atuação do Movimento Negro Brasileiro. Participou da criação do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras (IPCN-RJ), do Movimento Negro Unificado (MNU), em nível nacional, do Nzinga Coletivo de Mulheres Negras-RJ, do Olodum-BA, dentre outros.”

Fontes:

Recomendo a você que leu todo o post a tirar um tempinho depois e conferir todas as fontes que disponibilizei. É importante para nós brasileirxs conhecermos parte de nossa história que nunca foi contada!

Já conhecia alguma dessas mulheres incríveis? Quais outras você acha que deveriam aparecer aqui também! Deixe sua opinião nos comentários! Também acompanhe o blog pelas redes sociais! Um beijo e até a próxima! 😉

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#empoderar10: Gostar de uma cantora negra não te faz menos racista!

Oi, tudo bem com você? Eu espero que sim!

Hoje finalmente chegamos ao décimo post da sessão EMPODERAR. Foram tantos assuntos já debatidos: de amor próprio a mulheres incríveis, de apropriação cultural a embraquecimento.

Confira todos os posts de EMPODERAR aqui no blog!!!

Conversaremos agora sobre a polêmica surgida a partir da paródia de Work, hit atual de Rihanna em parceria com o rapper Drake, feito por Kéfera Buckman e Gustavo Stockler, ambos youtubers brasileiros com milhares de inscritos em seus canais.

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Nesse post não me deterei às questões de desigualdade de gênero reproduzidas na paródia. Para isso recomendo o texto incrível da Carla Silva (logo abaixo). E não, eu não vou falar apenas se teve black face no vídeo. Isso porque escrevo este texto fugindo da redução aos mesmos moldes que o debate sobre racismo por conta da tal paródia foi diminuído a uma richa de paixões, de gostar ou não da Kéfera, por gente que não entende que racismo não é só chamar de macaco.

De mulher para mulher: uma conversa sobre a paródia de “Work”, da Kéfera. – Carla Silva em Portal It Pop

Antes de continuar o post, recomendo assistir a coleção de snaps em que a Kéfera tentou se defender. Clique aqui.

Black face.

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Muitas pessoas, a partir desta imagem, começaram a dizer que o Gustavo teria se pintado com maquiagem mais escura para simular a pele negra do Drake. Imagem: Instagram @gustastockler.

Uma das acusações de racismo na paródia de Work de Kéfera e Gustavo foi a de black face. Mas o que é isso? É uma prática que surgiu no século XIX nos chamados shows de menestréis, em que atores brancos pintavam-se de preto para escrachar a figura da pessoa negra. Porém black face é mais do que isso. É um estilo de entretenimento baseado em esteriótipos racistas que começou com os shows de menestréis e continuam até hoje no inconsciente coletivo.

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Foto em que Kéfera postou do antes e depois da gravação da paródia para provar que não se usou uma maquiagem mais escura. Imagem: Instagram @kefera.

Mas será essa a primeira vez que Kéfera está envolvida numa acusação de black face? Não! No carnaval de 2013, ela fez mais uma “paródia” ultrapassando todos os limites do respeito, fantasiando-se da versão brasileira do black face, a nega maluca. O vídeo hoje não se encontra mais no canal dela, mas ainda é possível assisti-lo ao clicar neste link.

Pelo depoimento dela neste último episódio dá para ver que em três anos ela finalmente decorou o significado de black face, só falta aprender a não reproduzir racismo de uma vez por todas.

Falemos então do Gustavo, afinal a Kéfera não estava sozinha nessa. Diferente dela, ele resolveu não se posicionar sobre o ocorrido, mas era o principal acusado da tal prática racista.

Mas nem foi black face! Ele é negro! Como dito antes, infelizmente o black face não se retém a figura do branco pintado de preto. Tivemos ainda o black voice, extensão do black face em programas de rádio, em que pessoas brancas reproduziam uma fala supostamente das pessoas negras com o intuito de ridicularizá-la.

Mais recentemente também, Hollywood decidiu pintar Zoe Saldana, uma atriz negra, para representar a cantora Nina Simone, cantora também negra, sucesso da década de 60 e importante ativista no Movimento dos Direitos Civis nos EUA. A diferença é que o racismo aí se manifestou com o colorismo, pois a indústria cinematográfica achou por bem escurecer com maquiagem a pele de uma atriz para interpretar um ícone da música que sofreu bastante por ter a pele retinta e se posicionar contra a segregação racial nos Estados Unidos.

Conheça quem foi Nina Simone neste post do blog: #distrair6 – 6 mulheres que mudaram o mundo da música.

Entenda o que é colorismo com o post parceiro do blog Escrevendo Sozinho.

Mas ele não é negro, é indígena! Em muitos de seus vídeos, Gustavo cita sua ascendência indígena. Ele pode até não ser obrigado a explicar como entende sua identidade racial por isso ser também questão pessoal, mas o que estou tentando explicar é que o racismo encontra sempre novas formas de se entranhar na nossa cultura.

Nessa polêmica toda, mais importante do que saber se teve black face ou não é entender que estamos num mesmo barco que afunda em preconceitos e ignorá-los não acaba com o nosso afogamento em desigualdades.

Para saber mais sobre Black Face:

Gostar de uma cantora negra não te faz menos racista!

Ela não é sua carta de defesa contra acusações de racismo. Nem suas amigas e amigos negros. Nem seus professores. Nem seus companheiros. Nem sua bisavó e seu tataravó. Muito menos os dois nomes de intelectuais negros que você gravou dentro de uma academia embraquecedora.

Clique aqui e leia sobre a Política de Embraquecimento que existiu no Brasil e os seus reflexos atualmente aqui no blog!

Conectando com a paródia, temos uma questão de apropriação cultural, aquela história de gostar da cultura negra, mas não dos negros. No caso existia uma linha tênue entre a suposta homenagem para a Rihanna e apropriação cultural, que foi quebrada e puxada para o segundo lado a partir do momento em que Kéfera respondeu de forma preconceituosa, escancarando mais uma vez o racismo dentro dela – porque não moça, querer dizer o que é sofrer racismo sendo uma pessoa branca é silenciador e opressor.

Clique aqui para ler os textos sobre Apropriação Cultural no blog!

Como diz a Karol Conká: o preconceito velado tem o mesmo efeito, mesmo estrago. Raciocínio afetado falar uma coisa e ficar do outro lado. A sociedade só não esquece que Rihanna é negra porque 1) ela é estrondosamente famosa ao redor do mundo e 2) ela transparece no trabalho o orgulho de sua identidade racial.

Recomendado: Work, work, work: Isso é Patois – por Bárbara Paes para o Ovelha Negra.

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Rihanna na premiação “Black Girls Rock” neste ano: “Mas isso é por que a noite de hoje é tão importante para mim. Porque eu penso que posso inspirar muitas mulheres jovens a serem elas mesmas, e isso é metade da batalha.” Imagem: Reprodução.

No entanto, sendo Riri poderosa do jeito que é, ainda falam “mas ela nem é tão negra assim”. Enquanto isso, nós, pessoas negras, ainda ocupamos espaços de subserviência por razões históricas. Ainda continuamos morrendo por conta delas. Deixe-me repetir: M-O-R-R-E-N-D-O.

O tal do vitimismo e o mimimi.

Na sua defesa por via do aplicativo Snapchat, Kéfera disse:

“…tiveram algumas pessoas, na sua maioria negras, que disseram se sentir ofendidas com a paródia…não entendi quem se sentiu ofendido…” (no segundo link que coloquei aqui, a fala começa no minuto 1:40 e vai até o 2:00).

Um outro desfavor também foi feito pelo youtuber Felipe Neto ao dar sua opinião sobre a polêmica com a paródia de Work. Ele, que achou ruim quando a Lupita Nyong’o foi eleita a mulher mais bonita do mundo pela Revista People. O mesmo que fez um vídeo com uma mulher negra para não se dizer racista, disse:

“…embora eu ache que não tem nada de errado se o Gusta tivesse se pintado de preto para fazer um personagem, visto que era importante para o clipe e não estaria interpretando um escravo, ele não fez isso. O chilique é completamente equivocado. E aí vem o que me irrita, que é o argumento que diz que se uma minoria disse que sofreu preconceito você não pode discordar dela”. Neste link, do minuto 1:26 até o 1:51.

Pessoas, não é porque se gravou o significado de black face ou se tem uma conhecida negra que você é menos racista! Não diga para um grupo oprimido o que é sofrer a opressão e esperar que fiquemos todos calados!

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“Essa foi a coisa mais estúpida que já ouvi.” Imagem: Reprodução.

Racismo não é só xingamento! Racismo é sobre poder! Não é só uma vez na vida que sofremos! E ainda que fosse, ninguém merece ter sua humanidade duvidada uma vez sequer, mas não, é todo santo dia! É quando o fiscal da loja nos persegue. Quando pensam que sempre somos a empregada ou o porteiro. É quando fazem chiado pelas cotas raciais. Quando nos negam atendimento médico. É quando nos deixam morrer e os culpados não são julgados por serem brancos. Superar toda essa porcaria não é fácil! Nem todos nós conseguimos! Então repito, não venha dizer o que é ser oprimido quando você é o opressor, querendo ou não.

Não venha diminuir a luta!

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Ocupada demais com a coroa para se importar com a estupidez alheia. Imagem: Reprodução.

Essa mania de não entender o todo, reduzir o debate a maniqueísmos é o que perpetua toda e qualquer forma de preconceito. Nesse contexto, ninguém se mostra disposto a reconhecer suas atitudes errôneas, ainda mais quando são chamadas de racistas, e por fim acabam se defendendo de uma forma mais preconceituosa ainda.

Embora as intenções possam ser as melhores possíveis, ações superam intenções. Por isso entender nossa posição na sociedade, reconhecer nossos privilégios é fundamental para sabermos o nosso lugar de escuta e nosso lugar de fala.

“Nossa, mas é irônico ficar falando desses youtubers, porque assim o Ibope aumenta e eles ganham mais dinheiro.” Podem continuar ganhando o dinheiro que for, mas carreiras erguidas em racismo não mais passarão. Vamos fazer muito mais barulho, porque como diz a maravilhosa da Inês Brasil: se me atacar, eu vou atacar.tumblr_o1q48f9c1a1v5u1pwo1_500.png

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#celebrar8: Amandla Stenberg – poder até no nome!

Oi, tudo bem com você? Espero que sim! 😉

Finalmente é sexta-feira! E isso significa celebrar pessoas incríveis aqui no blog! Para começarmos esse mês de Abril bastante inspirados hoje vamos conhecer a Amandla Stenberg!

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Imagem: Instagram @AmandlaStenberg.

Poderosa desde o nome, que significa “poder” em Zulu,  e conhecida principalmente pela sua atuação no filme Jogos Vorazes (2014) como Rue, Amandla Stenberg vêm chamando a atenção do mundo pela quantidade de projetos que desenvolve e dos seus depoimentos empoderadores. Continuar lendo