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Fazer mais do que esperar!

do your best

Os finais de ano vêm e a gente sempre começa a listar desejos que queremos que aconteçam nos mais de 360 dias a seguir. A gente também acaba pedindo ajuda para o santo e rezando para que os meses nos esperem com boas esperanças e é aí que mora o problema.

Há quem espere, espere, espere… e depois passe o ano inteirinho reclamando sobre como as coisas não vem mudando. Parece até a longa espera de quem precisa da chuva no sertão, ou do dinheiro no começo do mês ou até mesmo como os presentes de Papai Noel na noite de Natal. A diferença é que nessas três situações, para se chegar num resultado foi preciso agir. Uns procuraram empregos no litoral, outros se esforçaram arduamente no local de trabalho ou simplesmente tiraram a bunda da cadeira e foram atrás de caneta e papel.

Agora me responda, se até para a tal magia natalina é preciso se mover, imagine para os seus, os nossos projetos anuais/mensais/diários? E por favor, seja franco consigo e admita que você mesmo é seu maior empecilho – se achar que não, descubra o que é.

Eu pelo menos, preferi trabalhar mais a ficar vendo o vento passar. Se não fosse assim não existiria um post sequer por aqui, eu não teria conhecido blogueiros legais, nem mesmo melhorado o blog aos poucos, dentre tantas outros momentos marcantes no ano passado.

Veja o post “Conversa entre blogueiras: Meus agradecimentos do ano de 2013!”

Então, não queira mais cometer o erro de esperar até morte da bezerra. Correr atrás é muito melhor. Não significa que seja fácil, de mão beijada muito menos, mas um dia a recompensa chega. E se tiver uma pedra no meio do caminho, arranque-a. Use até todas as outras metáforas do tipo se for preciso, mas não fique parado!

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Está na hora de parar de fingir o que nós já somos!

É comecinho de mês, mas o outro mês ainda está aqui, pelo menos em parte e comigo. Não sou de postar textos como o de hoje, mas eu senti aquela necessidade de compartilhar o que aprendi com vocês e então D. Coragem me impulsionou a escrever. Espero que gostem, porque fui muito verdadeira nas palavras! 😉

O que eu aprendi nesse último mês? Aprendi o quão importante é sentir-me bem comigo mesma e que para isso acontecer eu apenas tenho que aproveitar a hora.

Quando pequena, me disseram que sábio é aquele que aprende com o erro dos outros. Por conta disso, todos esses anos venho me privando de certos momentos com a sensação de que se errar vou desapontar alguém ou cometerei um erro sem tamanho, sabe? Como se as fadas morressem ao eu dizer que elas não passam de crença. É verdade que em algumas situações só de ver o ato do outro já é válida a lição, mas em outras muitas vezes a experiência do incerto apresenta tanta coisa que não dá para perceber somente assistindo às atitudes do vizinho.

Depois de eu realmente captar a essência desse pensamento notei que colocá-lo em prática pode começar com a escolha de um sabor de sorvete diferente, vestindo uma roupa inédita para mim, escutando e dançando músicas que eu desconhecia ou julgava brega, enfim. Indo em direção ao clichê – até por repetir esse preparativo para não ser démodé – detalhes tão pequenos ao exemplo dos que citei são o que no fim fazem a diferença, principalmente para nos aceitar do jeitinho que somos.

Está na hora de parar de fingir o que você já é, o que nós já somos – já canta Marcelo Camelo. Olhe ao seu redor, respire fundo e tenha a coragem de dar um passo para uma nova direção e caso veja que a trilha escolhida não parece a melhor ou surja uma pedra bem no meio do caminho, buscar outra rota com certeza não será “o” problema.

E foi isso que o mês de julho trouxe para mim.

É isso por enquanto, galera! O que acharam desse meu texto??? :3 Até mais!