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Junho, um mês de representatividade?

Não sei o que acontece, mas junho tem se mostrado um mês para mudanças. Digo isso lembrando das ruas brasileiras lotadas em 2013. Coincidência ou não, nesse ano o mês trouxe algumas novidades bastante interessantes: tivemos direito a Rihanna estrelando campanha na Dior, aniversário da revista Elle BR com a campanha #vocênacapa, Beyoncé virando estudo em faculdade e barreiras de gênero atravessadas no desfile da Prada para o verão 2016. Caso você não estivesse na Terra por esses dias, chegou a hora de saber um pouco mais sobre esses eventos e o que eles tem em comum num mundo onde falta representatividade.

BLACK GIRL POWER
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Se existem duas cantoras que têm servido de empoderamento para as mulheres essas são Rihanna e Beyoncé. Esta tornou-se tema de estudo na Universidade de Waterloo, Canadá. Os alunos estudarão como o trabalho da Queen B vem se transformando num fenômeno social, tanto na visão feminista quanto na racial. Já aquela estrelou uma campanha na Dior e tornou-se a primeira embaixadora negra em quase 70 anos de história da grife. Numa entrevista à MTV, Riri contou como se sentiu lisonjeada, pois segundo ela, a marca francesa é sinônimo de beleza, elegância e atemporalidade.

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UM NOVO OLHAR NA MODA

Uma das razões que me motivaram a escrever esse post foi a publicação da edição de aniversário de 27 anos da Elle Brasil no mês passado. Gosto muito de pesquisar como anda a representatividade por aí, mas tenho certo receio em comentar aqui. Porém, quando eu olhei a capa espelhada da revista tive certeza que mudanças estão ocorrendo e que o debate deve ocorrer.

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Foto: Mari Gomes

Para minha surpresa, a essência da hashtag #vocênacapa, criada pela magazine para apostar na diversidade, não só apareceu em maio, como também permaneceu agora em junho. Dessa vez vieram três capas com belezas diferentes juntinhas. Essa parece ser felizmente a tendência para os próximos editoriais e matérias.

capas elle 2015 junho blog maia vox representatividade

Foto: Mari Gomes

Outra ação que chegou para abalar os conceitos no mundo da moda foi o último desfile da Prada, em Milão. Na ideia de transpor os limites de gênero e mostrar como eles se relacionam, a empresa de alta costura colocou na passarela do desfile masculino algumas mulheres. Assim, de certa forma, portas para nos perguntarmos até que ponto é válida essa distinção foram aberta.

Campanha Prada Pre-Fall 2015 (Foto: Divulgação)

Foto: Reprodução

Adendo: Enquanto terminava esse post os Estados Unidos aprovaram o casamento homossexual por todo o território. Prova de que o respeito precisa e pode prevalecer.

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Pouco a pouco os mercados estão acordando e enxergando que diversidade é lucrativo. Apesar dos tantos discursos fechados e preconceituosos que vemos por aí, esses eventos nos mostram que aqueles que gritam por representatividade começaram a serem ouvidos. Mas ei, cuidado! Junho pode ter sido surpreendente, porém há muito ainda a se fazer.

Espero que tenham gostado. E qual a sua opinião sobre tudo isso? O que ainda pode ser feito? Respondam nos comentários! Até mais! 😉

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Afro in punk: trangressão, música e identidade.

De vez em quando nos surpreendemos. Por exemplo, eu nunca pensei que box braids (tranças rastafáris – saiba mais aqui) teriam alguma ligação com a música punk. Mas para quase tudo nessa vida se aplica a história “surgiu antes de você”. Foi então que descobri o movimento AFROPUNK. Este estilo alternativo explica o porquê daquele meu exemplo e de tantas outra ligações inimagináveis existirem. Além do mais, por ter sido uma das revelações de 2014, ele merece estar hoje por aqui. Assim vai dar para vocês entenderem como tanta coisa se completa na onda que promete bastante também em 2015.

AFROPUNK CAPA

Quando o jeito transgressor de ser recebeu uma boa carga de inspiração étnica com a chegada de negros ao cenário punk, surgiu o afropunk. Provavelmente nascido no Brooklyn, ano passado o tal estilo foi 1) referência nas coleções de grifes como Balmain e Kenzo 2) tema de um editorial cheio de penteados fantásticos na Vogue US e 3) comprovado pelas cantoras FKA Twigs e Azealia Banks que essa tribo está em alta e não veio pra brincadeira.

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Mas é como eu contei, tem sempre uma explicação para os fatos que acontecem hoje e o afropunk não cresceu repentinamente. Desde 2002, por exemplo, acontece em NY o Afro Punk Music Festival, onde pessoas se reúnem pra ouvir o que há de novo na black music, como também esbanjar suas produções fashionistas e gente, nunca vi algo do tipo. Praticamente vomitei arco-íris!

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Cada look naquele festival é um suspiro. E daqueles fortes pra ver se toda aquela exuberância se incorpora ao nosso ser. Seguindo a linha do “mais é mais”, é difícil não ficar de boca aberta com a extravagância tão bem entrelaçada entre correntes, creppers, listras pretas e brancas, maxióculos redondos, piercings… (respira)… moicanos, mechas coloridas, cocós, box braids, mais outros trocentos protective styles ( entenda o que são aqui) e, é claro, coturnos e estampas étnicas. E isso nem é tudo, pois como a Luiza Brasil escreveu em “AFROPUNK: CONHEÇA A TRIBO-HIT”, no blog Modices, essas só são as peças que mais se repetem nos looks.

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Se ainda não convenci vocês, olhem só esse vídeo. É muita energia pra um festival só! 

E para entrarem no ritmo de uma vez por todas, fiz uma playlist com artistas que já tocaram no Afro Punk Festival e outros que são representantes da nova geração.

Além desse envolvimento todo com a música, para entender o afropunk recomendo a vocês a assistirem o filme de mesmo nome, lançado em 2003. Ele é focado no estilo de vida de quatro pessoas totalmente entregues a esse universo e nos dá uma visão de como evoluiu todo o movimento. Vejam-no abaixo ou no canal do youtube do festival.

Muita coisa pra ler, escutar e assistir, né verdade? Haha. Fiquei empolgada com todo esse movimento, porque me identifiquei com ele e não foi pouco. As minhas roupas já andavam por esse universo sem eu saber. Mesmo sem ter vivenciado algo como aquele festival, senti-me em casa ao ver o que é do preto sendo valorizado, assim como toda gente preta. É tão revigorante ver que se pode passar dos limites da sociedade sem esquecer de onde se vêm. Melhor ainda com boa música.

E ai, gostou? Se sim, curta a postagem e qualquer dúvida ou opinião deixe nos comentários! Super beijos e até mais! 😉

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6 mulheres que revolucionaram o mundo da moda!

Reprodução:  www. UN. org

Reprodução: www. UN. org

8 de março: dia internacional da mulher.  O porquê? No ano de 1857 cerca de 130 trabalhadoras de uma fábrica de tecidos em Nova York foram assassinadas.  O motivo foi o “atrevimento” das moças ao requererem redução da carga horária, equiparação dos salários com o dos homens e melhores condições de trabalho. Em sua homenagem, 118 anos após o fato, em 1975, a data começou a fazer parte do calendário oficial da ONU.

Não se engane achando que essa é uma festividade simplesmente, onde se recebem flores e chocolates de algum homem próximo. Mais importante do que isso, o oito de março serve para lembrar que ainda hoje, nós, mulheres, temos que lidar com salários inferiores, objetificação, modelos de beleza impossíveis, trabalho dentro e fora de casa, além violação dos nossos corpos, nos quatro cantos do planeta.

E porque falar sobre mulheres que fizeram alguma diferença na história? Fácil: para que cada uma possa se espelhar nelas sabendo que são capazes de fazer e serem o que quiserem, ainda que muitos afirmem o contrário.

Hoje vou falar de algumas que se destacaram pela moda. Alguns de vocês podem pensar que isso é um pouco contraditório já que se conhece os abusos da indústria da moda. Porém, mais que simples cabides de roupas, as mulheres no universo da moda representaram e ainda representam outras – e grandiosas- coisas. Vejam só!

Ann Lowe:

Reprodução: BlackBride.com

Reprodução: BlackBride.com

Nasceu no final do século 19 no estado do Alabama, na pequena e rural cidade de Clayton e fez sucesso nas décadas de 50 e 60 do século seguinte. Neta de ex-escravos, Ann passou a infância rodeada pelo mundo da costura, já que sua avó e mãe eram costureiras. Quando aos 16 anos sua mãe moreu, Ann teve que tomar frente dos negócios da família, mas com parte de seu talento já desenvolvido tornou-se a costureira mais procurada em Clayton. Em Tampa, na Florida, conheceu Josephine Lee, socialite do local que incentivou Ann a estudar em Nova York a fim de que ela pudesse ter mais conhecimento sobre sua arte. Foi, mesmo com o marido não aprovando. Na metade do curso, que deveria durar um ano, Lowe já estava formada, tendo frequentado as aulas separadas do resto de sua turma por ser negra. Daí em diante, o sucesso de suas produções únicas só aumentou. Sua mais conhecida criação foi o vestido de casamento de Jacqueline Kennedy, mulher do antigo presidente dos Estados Unidos, mas a relevância de suas obras está espalhada por museus como o Museum at the Fashion Institute of Technology, o Metropolitan Museum of Art e o Smithsonian National Museum of African American History and Culture.

Fonte:http://www.thefashionhistorian.com/2014/02/ann-lowes-early-career.html

Coco Chanel:

Reprodução: Ellus.com

Reprodução: Ellus.com

Quem nunca ouviu falar do corte de cabelo Chanel? Sucesso na década de 20, pós 1° guerra mundial, o maior objetivo desse estilo totalmente inspirado na estilista francesa era de ao mesmo tempo em que oferecia praticidade na higienização, as mulheres expressavam o ideal de autonomia que buscavam na época, já que haviam ocupado postos de autoridade nunca antes conquistados durante as batalhas. Coco Chanel descobriu seu talento para a costura quando além de cantar, fazia reparos em roupas para se sustentar no interior da França. A sua grande contribuição pode ser resumida que em busca de mais conforto ela se opôs aos longos, pesados e apertados vestidos, substituindo-os por comprimentos menores e marcações mais baixas, além de introduzir as calças no armário feminino. E foi assim que até 1971 ganhou a vida, apesar de ter vários amores durante sua trajetória como bem mostra o filme “Coco Antes de Chanel”.

Fontes:

http://mulheres-incriveis.blogspot.com.br/2012/04/coco-chanel.html

http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u641760.shtml

Elsa Schiaparelli:

Reprodução: wepick.com.br

Reprodução: wepick.com.br

A italiana Schiap provocou o mundo inteiro com seu rosa-choque. Sim, foi ela a inventora de umas das cores mais chamativas que existem. Foi Elsa também que incorporou de uma vez por todas as artes plásticas nas roupas. Enquanto Chanel criava modelos práticos para o dia a dia, Schiaparelli mixava em suas peças influências como Salvador Dalí e Marcel Duchamp, grandes nomes da arte surrealista, ambos seus amigos. Com o primeiro, em especial, designou o tailleur de onde saíam gavetas e o vestido lagosta. Foi assim, representando os sonhos por meio de tecidos que de certa forma ela fazia com que as mulheres se destacassem em todos os ambientes que circulassem.

Fontes:

http://almanaque.folha.uol.com.br/schiaparelli_historia.htm

Vogue Brasil n° 405 (Maio, 2012), pg. 67, “Vida Chocante”, ASTUTO, Bruno.

Lupita Nyong’o:

Mas o que uma atriz faz no meio de tantas estilistas? Calma que eu explico. A méxico-queniana que despontou no ano passado como uma das revelações de Hollywood, tendo ganhado o Oscar de “melhor atriz coadjuvante” por sua representação em “12 Years a Slave” (Doze Anos de Escravidão), logo tornou-se matéria em grandes revistas de moda. Isso fez com que váááárias meninas negras ao redor do mundo (inclusive a que vos fala) aumentassem a sua autoestima ao verem uma mulher negra fazendo tanto sucesso como ela estava a fazer. Para vocês terem dimensão do caso, num discurso para o “Essence Black Women in Hollywood”, promovido pela revista estadunidense “Essence”, ela leu um pedaço de uma carta que havia recebido de uma jovem menina. Essa adolescente relatava que por conta do destaque de Lupita na mídia internacional ela não se via mais pressionada a tentar clarear sua pele com produtos clareadores (sim, isso existe e é um absurdo.). Já que padrões de beleza estão tão atrelados à moda, nada mais justo do que trazer aqui uma mulher que lembrou a todos que o bonito se apresenta de inúmeras formas pelo mundo a fora.

Fontes:

http://blogueirasnegras.org/2014/04/03/gratidao-lupita-nyongo/

https://www.youtube.com/watch?v=ChpriB5ktGg

Pat McGrath:

Reprodução: rmkvisions.blogspot.com

Reprodução: rmkvisions.blogspot.com

Em 2012 fiz um post em que apresentei a Pat a vocês (leia aqui). Naquela época, ela recebeu o título de maior maquiadora do mundo. Isso veio graças a suas maquiagens surpreendentes, com produção completamente artística. Por isso ela é referência internacional para inúmeros maquiadores, com o Sadi Consati, que vibrou ao conhecer a britânica. O interessante é que apesar das extravagâncias ao pintar os outros, ela sempre aparece com uma maquiagem simplíssima, e quando digo simples, falo em neutra. Neutralidade, aliás, é sua marca registrada, pois suas roupas também são assim, geralmente pretas. Hoje me senti na obrigação de relembrá-la nesse post porque conhecendo o trabalho da Pat durante esses quase três anos entendi realmente o motivo de ela ser tão vangloriada no universo da moda. Não á a toa que Prada, Miu Miu, Dior, Dolce & Gabbana, Lanvin, Valentino, Louis Vuitton, Viktor & Rolf, Stella McCartney, Jonh Galliano… continuam a solicitar o trabalho dela.

Fonte: http://www.vogue.co.uk/person/pat-mcgrath

Zuzu Angel:

Brasileiríssima. Penso que esse seja o melhor adjetivo para a estilista mineira que buscou representar em suas peças a identidade nacional no cenário internacional. “Sua roupa, como poesia pra se vestir, tinha características baseadas no tropicalismo brasileiro com estampas de chita, vestidos inspirados em Maria Bonita e Lampião, estampas de anjinhos sobrevoando as nuvens, xadrezes com padrões singelos de cores e formas, pássaros e florais com releituras naif.” Assim sua obra é descrita no perfil de quem ela foi, disponível no Instituto Zuzu Angel, criado por sua filha Hildegard após a morte da mãe. Seu falecimento nos leva a outra questão. Stuart Angel, seu primeiro filho, foi assassinado durante a ditadura militar. Com suas aparições na mídia, graças a seus desfiles, ela denunciava o assassinato internacionalmente. Assim arrastou nomes como Joan Crawford, Kim Novak, Veruska, Liza Minelli, Jean Shrimpton, Margot Fonteyn e Ted Kennedy para apoiarem a sua luta. Porém, ela foi, também, assassinada num acidente de carro, ainda não muito esclarecido, no ano de 1976. É também pela busca para saber o paradeiro de seu filho, que essa mulher não pode ser esquecida.

Então é isso. Espero que a história de cada uma dessas mulheres possam ter despertado o porque de hoje, 8 de março, ser tão importante. Até mais! 😉

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Box braids: o que, como e onde?

Olá pessoas! Como foram de carnaval? Espero que muito bem e que tenham aproveitado bastante as nossas dicas de looks de verão. 😀

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Lembram do último post que fiz sobre minhas box braids ? Pois então, estou aqui para detalhar mais ainda minha saga com essas trancinhas. Peço desculpas por não ter postado ainda no carnaval, mas minha programação acabou sendo diferente do esperado. Contudo, já é hora de tirar as dúvidas que rondam suas mentes.

As box braids quebram o cabelo ou o fazem crescer? Como todo protective style (penteado protetor ao pé da letra), as tranças preservam as pontas dos nossos cabelos. Alías, essa é a principal jogada desses penteados, onde acredita-se que escondendo as pontas do ambiente, elas estarão menos propensas a quebrar,  assim com afirma o site About Style. Por isso temos a impressão de o crescimento do cabelo ter sido ajudado por elas.  E ah, um aviso: quando desfazemos um penteado desses é comum aparecerem vários fios soltos, mas saibam que isso vem do acúmulo de queda diária, que é normal em todo cabelo. Entretanto, se o cabelo já estiver fraco antes mesmo do trançado o resultado pode não ser agradável.

E aí, doeu? Na verdade, não muito. Na hora de trançar, incomodou apenas no começo da trança, junto ao couro cabeludo, pois o momento de união entre o cabelo sintético e o nosso é crucial. A amarra precisa ser firme, senão as tranças ficarão frouxas – e ninguém quer seu cabelo caindo no meio da rua, né não? Depois disso, é tranquilo até o fim da mecha.

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Mas não é pesado? Isso depende do tamanho e da largura das tranças, além do tipo de material usado. Conversando com a Alcimara, a cabelereira que me atendeu, ela me propôs tranças médias. Segundo ela, como eu nunca tinha usado box braids era melhor assim, pois as muito finas ou as muito grossas poderiam pesar bastante e me trazer dores de cabeças. Além disso, o material que foi usado não foi o kanekalon e sim o jumbo, que é mais leve que o primeiro. Dito e certo: nesse período de quase dois meses não tive enxaquecas por conta das tranças.

Curiosidade: você sabia que o cabelo kanekalon é utilizado para fazer perucas de cosplay? Pois é. Descobri isso aqui no Chibi Room.

Como faz para lavar? Essa é uma pergunta recorrente, até porque existe a ideia de que penteados como as tranças que uso não são laváveis ou algo do tipo, mas isso não passa de falta de informação.

Assim como normalmente, lavasse o cabelo com xampu (oh, really?!). De acordo com a Alcimara, o de nossa preferência. Porém, depois de muita leitura, vi que é fácil se acumular produto entre os fios, o que dificulta a secagem e dá um aspecto de caspa nas tranças. Um bom truque para resolver isso é diluir o xampu antes de aplicar nas mechas. Na hora de massagear, dê atenção especial ao couro cabeludo, pois aí se encontra nosso cabelo natural, mas não ignore o resto das tranças.

E será que tem como fazer hidratação/ nutrição? Certamente que sim. Entretanto, o cuidado para não acumular produto deve aumentar. Eu não gosto de diluir a minha máscara de hidratação, então aplico diretamente nos fios, porém separo o cabelo em áreas para ter maior controle de onde e da quantidade que aplico. Para enxaguar, a mesma coisa: toda a atenção possível. Ah, recomendo a lavagem duas vezes por semana e de preferência logo cedo, pois dormir com a cabeça molhada não a melhor das ideias ( xô resfriados, micoses, mal cheiro!).

Atualização: Algumas pessoas preferem não passar cremes de hidratação nas tranças justamente do acúmulo que pode acontecer. Se você optar por isso, prepare bem o seu cabelo antes, seguindo um cronograma capilar. Confira aqui no blog como montar um: Cronograma capilar: o que é e como fazer?

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Quanto tempo demorou? E quanto posso ficar? Do tamanho que eu fiz, demoraram cerca seis horas, só que isso não é nada comparado  ao que economizo no dia a dia atualmente, como eu disse no primeiro post sobre box braids. Porém, se você quiser passar menos tempo na cadeira, optar por um comprimento menor pode resolver.

O máximo recomendável para ficar com o penteado é de três meses, já que com o crescimento do cabelo, os novos fios podem se embolar com os outros. Ademais a raiz muito grande deixa o penteado meio estranho.

*Visite também o blog Cacheia, da Ster Nascimento e saiba mais com a Duda Felinto, do Our Little Big Cage.

Tá, mas e onde fazer? Bem, no meu caso os grupos de cacheadas que participo, tanto o de Salvador como o daqui de Aracaju, foram super importantes, porque assim pude saber quem fazia e se realmente valia à pena. Às vezes, na pressa, não nos tocamos de detalhes como o tempo em que a trança aguentaria na nossa cabeça. Isso depende do trabalho de quem as faz, pois algumas meninas que conversei me contaram que em apenas um mês o penteado delas já tinha ido para o espaço. Para quem mora aqui em Aracaju, posso recomendar a Alcimara, que tanto citei. Quem quiser o número é só solicitar depois. 😉

Atualização: Além da Alcimara, conheço agora já outra trançadeira, a Tereza. Quem quiser os contatos das duas é só perguntar nos comentários! 😉

Outras questões: Para dormir eu amarrava um lenço na cabeça para proteger as tranças de eventuais arrepiados, mas confesso que há semanas que não o faço por preguiça hehe.

Antes de ir trançar eu passei duas semanas inteiras cuidado do cabelo através do cronograma capilar, realizando nutrições e por fim uma reconstrução, já que eu estava com medo de não conseguir cuidar bem do meu cabelo com as tranças ou de até mesmo de meus fios quebrarem. Como eu já disse, consigo fazer bem as hidratações, mas sobre fios quebrados ainda não posso dizer nada, pois se existem não os consigo ver. Agora é esperar até o começo do outro mês, quando tirarei as box braids.

Se estiver pensando em fazer tranças, também recomendo dá uma olhada em fotos no Instragram com a hashtag #boxbraids. Tem milhares de exemplos lá. 😉

E é isso! Tem mais dúvidas? É só deixar nos comentários que eu respondo. E fiquem de olho que no próximo post sobre as tranças eu mostrarei vários penteados para mudar o visual. Super beijos e até mais!

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Mais um OLÁ, ESTOU DE VOLTA!

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Oooi, galera! Dei um sumiço legal, né? Quando minhas férias chegaram pensei que teria tempo de sobra para conversar com vocês, mas não foi bem assim. Outros amores me chamaram para o trabalho.

Esse amor em especial foi a robótica. Eu já citei algumas outras vezes (que também tinha sumido) que participo do grupo de robótica do meu colégio. Eis que, há um mês atrás, minhas férias começaram e os treinos por lá se intensificaram. O porquê? Campeonato Regional se aproximando.

Finalmente, no último fim de semana, nos dias 12 e 13, eu e os meus amigos nos dirigimos ao Sesi Djalma Pessoa, no bairro Piatã, em Salvador, para mostrar o que construímos nessa temporada do torneio. Como reconhecimento, fomos classificados para a etapa nacional, lá em março do próximo ano.

Sobre como é todo esse mundo da robótica, o que rolou para eu mal ter dado um oi aqui, eu explico num outro post. No entanto, já adianto que o que foi pedido de mim nesse período foi maior do que nunca.

Enquanto isso, a única coisa que realmente adiantei por aqui foram os vídeos da série “1 ano voltando aos cachos”. Na verdade, isso está totalmente atrasado! Era pra ter ocorrido nas duas últimas semanas de novembro e até agora só o primeiro vídeo (sobre o motivo da transição capilar) saiu, né verdade? Pois bem. Até esse fim de semana sai o segundo e, na outra, mais dois. Espero que me desculpem pelo atraso, porém esses vídeos vou fazer no meu tempo, pensando num melhor resultado para vocês.

De outro lado, tenho novidades lacradoras para esse fim de ano! O blog vai ter sua primeira colaboradora!!! É a Mônica, uma moça que tem a moda como paixão e a criatividade correndo nas veias. Por isso, ela já vem arrumando posts bem legais para breve. Esperem por tendências e ajuda para arrasarem nesse fim de ano e posts repletos de carinho! Algo me diz que essa parceria por aqui dará muito certo…

Portanto, é isso que lhes espera no resto do mês: uma pitada de robótica, uma colher de sopa de amor próprio e uma xícara de estilo. Beijocas e até mais!

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Tag: 15 perguntas fashion!

tag do youtube 15 fashion mais vox

E aí galera! Eu amo assistir tags no youtube, então vi essa tag das 15 perguntas fashion e achei a minha cara, daí queria responder, mas não curto fazer vídeos e decidi fazer escrita mesmo. Não sei quem criou a tag, mas vou responder assim mesmo e espero que gostem! C’mon! Continuar lendo

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Look Inspiration: Lookbook

Oi! Dei uma mudada hoje na sessão. Coloquei alguns looks do lookbook, o site mais perfeito pra você achar fashionistas do mundo todo. Então, trouxe três look pra vocês aproveitarem nessa semana.

1°:

Essa é Karolina N. de 18 anos da Polônia. A combinação da blusa azul escuro de poá com a vermelha ficou linda, ainda mais com o jeans. E esse laço na cabeça dá uma cara toda delicada no look. Recomendo esse pra vocês usarem se forem pra um parque, um passeio ao ar livre…

2°:

Iga Kucharska, de 15 anos de Varsóvia, Polônia, fez um look que eu recomendaria para uma passada no shopping nesse finde. A mistura de animal print, com brilho dão mais estilo a calça e a blusa, que é tem detalhes super diferentes.

3°:

Agora é a vez de Berlim com a blogueira Diana DeMarino.. Quando eu vi esse look simplesmente amei e achei obrigatório colocar ele aqui. Amo a gola da blusa dela, as bolinhas da saia e esse cinto…??! #morri Simplesmente é o que chama mais atenção. Dá pra você ir até numa festa e arrasar com um look parecido.

Então é isso gente! O que acharam dos looks? Até a próxima! 😉