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#celebrar10: lições para aprender com Willow Smith!

Oi, tudo bem com você? Espero que sim!

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Imagem: Reprodução.

Continuando a tirar os atrasos do blog, finalmente chegamos a edição 10 do Celebrar. Nada melhor que esse ser um post em homenagem a Willow Smith, a mais nova integrante do clã Smith (Will, Jada-Pinkett, Trey, Jaden e Willow).

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Imagem: Reprodução.

Willow Smith não pertence a padrões, tampouco procura se encaixar em algum deles. Ela é o tipo de pessoa que simultaneamente está se fazendo e acontecendo. E sua curiosidade pela vida não será reduzida tão fácil, afinal ela ainda tem 15 anos, mas já é bem dona de si.

Mesmo com pouca idade, podemos aprender algo de muito valioso com ela. Confira agora quatro lições para relembrar e colocar em prática nas nossas rotinas. 

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Imagem: Reprodução.

Nem tudo é sobre fama. Trabalhe duro pelos seus sonhos!

Fama não é tão difícil assim quando se é filha de Jada e Will Smith, mas um bom trabalho não se sustenta apenas em aparências. Ele é fruto primeiro de dedicação. Por mais que seus pais tenham contatos na indústria, Willow foi quem teve a iniciativa para entrar no mundo da música e vem tecendo uma carreira graças ao seu esforço. Não a toa ela, aos 9 anos, assinou com a Roc Nation, gravadora do rapper Jay-Z. Além disso, desde “Whip My Hair”, em 2011, ela evoluiu bastante e imprimiu mais de suas experiências de vida nas canções que se seguiram, como em na faixa “Organization & Classification”, do seu último álbum, Ardipithecus. Só nos resta esperar o que vem por aí!

Seja você!

Rótulos: como eu disse no início do post, isso é algo que não a pertence. Estudante, música, ativista, Willow é isso tudo e muito mais do que nossos sentidos podem captar pelos tabloides. Dos pés a cabeça, ela se viu criticada desde muito cedo, fossem essas opiniões positivas ou negativas, mas como disse na entrevista recente à Teen Vogue, com o passar do tempo foi entendendo que “a vida não é sobre se encontrar, mas criar a si mesma.” Isso nos leva ao próximo item:

Experimente sempre!

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Imagem: Reprodução.

“Estou entrando em uma nova fase de minha vida, completamente desconhecida, e estou pulando com tudo. O que posso fazer daqui para frente é continuar mudando paradigmas e continuar a forçar o envelope a ir longe e mais longe. Mas estou fazendo isso todos os dias apenas sendo eu mesma.” Essa foi a Willow durante a entrevista para ser capa da Teen Vogue na edição Maio/2016.

A cada vez que nos abrimos para uma nova experiência, damos a chance das oportunidade aparecerem em nossas vidas, oportunidades às vezes nem sonhadas. E agarrá-las faz partir do processo de evolução: tentar, errar, aprender e tentar novamente. Por isso ficar preso aos mesmos pensamentos pode fazer até mesmo o tempo nos deixar para trás. Então vamos aproveitar o momento! 

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 Com um estilo próprio e inventivo, muitas vezes criticado, Willow foi nomeada Embaixadora da Chanel este ano. Na foto ela e ninguém menos que Karl Largefeld, chefão atual da Chanel. Imagem: Reprodução.

Gentileza gera gentileza.

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Imagem: Reprodução.

Sabe quando o recalque bate e falam de você, ou você mesmo fala dos outros? Não há muito o que possamos fazer quando não gostam da gente. E isso não significa ficar de bico fechado. Entretanto, responder com o mesmo nível de insulto não melhora a situação de jeito nenhum. Há pessoas nesse mundo que vão nos amar e outra que não, mas é como a Willow falou: “Se você não gosta de mim ou se gosta, ambos são igualmente interessantes. Eu mando amor e energia positiva para todas essas pessoas em suas vidas. Eu espero que elas encontrem onde querem estar.” Além de livrar nosso cotidiano de estresse e ódio gratuito, lembrar disso salva a nossa energia para coisas melhores e mais úteis.

Já conhecia a fantástica Ms. Willow Smith? Qual dessas lições você coloca em prática? Conte nos comentários e compartilhe o post com seus amigos e amigas! Acompanhe o blog também pelas redes sociais! Até mais! 😉

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#empoderar2: Sobre aceitar nossos corpos.

Oi, tudo bem com você? Espero que sim!

Quarta-feira é um dia lindo aqui no blog. É hora para conversas empoderadoras (!) e hoje abriremos por aqui o tópico sobre “body activism” ou, em bom português, “ativismo corporal”.

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Debates sobre a relação que temos com nossos corpos estão na mesa a todo tempo.  Principalmente no verão, é comum ouvir e falar um “preciso emagrecer” ali e outro “não posso usar essa roupa por conta da minha barriga” acolá. Ao mesmo tempo, é também verdade que vez ou outra discutimos sobre amar nossos corpos, entretanto numa visão que pode nos levar a enfiar o pé na jaca – tanto nos exercícios ou nas guloseimas.

“Ok, aonde você quer chegar com isso, Mariana? Tá dizendo que eu não posso comer o que eu quiser? E que por acaso é errado eu querer ser fitness?” Longe disso! Minha intenção hoje aqui é expandir nossas ideias entre o corpo que realmente queremos do que realmente precisamos, o pouco que seja. Espero conseguir. Vamos lá!

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Ilustração por Nega Hamburguer

Não existe um corpo melhor que o outro. Continuar lendo

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#celebrar1: Onde mora a beleza para você?

Oi gente, tudo bem com vocês? Espero que sim! A primeira semana do novo jeito de blogar aqui no Maia Vox já está terminando, mas eu estou muito feliz por termos voltado a conversar!

Se o dia-a-dia corrido não lhe permitiu saber das novidades, vou deixar o link dos dois posts publicados anteriormente e do desafio fotográfico que está acontecendo todos os dias no Instagram, ok? Clica aí! 

Ontem eu passei o dia me perguntando em como começar a escrever o último post da semana e o primeiro da seção “celebrar”. Já era de tarde e eu ainda não tinha pensando num assunto bom o suficiente para a gente conversar. Fiquei tão chateada e entediada que fui ao Facebook e desci o feed sem parar. Até que muito lindamente me deparei com um vídeo que acho que vocês precisavam ver. Porém, deixe-me contar a história dele antes.

Shea Glover, uma estudante de ensino médio em Chicago, decidiu sair pelo colégio dela atrás de alunos e professores perguntando se eles permitiam que ela os gravasse para um projeto. No que eles aceitavam, ela explicava a intenção do trabalho: I’m taking pictures of things I find beautiful (“Estou fotografando o que acho bonito”). A reação genuína dos convidados ao perceberem que ela os elogiava nos faz perguntar por onde anda a beleza para nós.

 Confira a seguir! Continuar lendo

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Transição capilar: As frases mais absurdas que ouvimos nesse período!

Hey pessoal! Hoje, 26 de junho de 2014, eu completo 7 meses de transição capilar! Antes de mais nada eu quero dizer que escrever essa série de posts (confira inteira aqui) está sendo incrível e ver que vocês estão gostando de verdade é muito motivador. E para comemorar essa data, que eu há tanto espero para tomar decisões importantes na transição, reuni as frases mais absurdas e chatas que quem está nesse período escuta. Vamos lá!

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Imagem: Mari Gomes

  • “Nossa, o que aconteceu com você? Antes você se cuidava mais.”: Uma das coisas mais complicadas da transição é aprender a lidar com duas texturas de cabelo totalmente diferentes, cada um com suas necessidades. Então é teste de hidratação pra cá, de texturização pra lá… E nem sempre o resultado sai como imaginamos, os chamados bad hair days. Aí, você cria coragem, sai na rua tranquilx e vem alguém para falar isso. Haja santa paciência! Sem contar os dias em que você ama o resultado e chega um infeliz com isso. Nessas horas não existe calma para tanta ignorância…  ¬_¬
  • “Aproveita. Cabelo cacheado tá na moda, né?”: Não, meu bem, não está. Isso sou quem eu sou. Minha identidade. O fato de eu usar ele assim passa da pura estética. É um ato político. Estou dizendo não ao padrão caucasiano, o qual não me pertence. Estou dizendo que não vou  me submeter a ações, que muitas vezes machucam meu corpo, para tentar me encaixar num modelo impossível de beleza. Estou dizendo não às falsas “homenagens” de grifes nas passarelas, que no fim só ridicularizam meu cabelo, quem eu sou. E estou feliz, se quer saber. Passar bem.
  • “Mas se você fizer babyliss ficaria mais bonito.”: Isso vem no meio daquele papo furado, quando um ser chega e começa a dizer que existem cachos mais bonitos que outros. “Não, porque o de fulana da novela é lindo, mas o daquela menina que a gente viu na rua, era muito mal cuidado. Aqueles cachos minúsculos…” E geralmente é assim: quanto menor, mais feio. O que fazer numa situação dessas? Respirar fundo e soltar uma resposta que faça que esse sem-noção se tocar que bonito é o que cada um tem naturalmente e se sente bem quando se reconhece.
  • “Tá linda! Parece a globeleza!”: Já ouvi isso, da mesma pessoa, mais de uma vez e foi bem complicado. Só fechei a cara na ocasião. Me arrependi. Queria ter explicado o quão infeliz foi esse comentário. Mas aqui faço a minha retratação. Vamos lá. Para muitos recebi um elogio. Afinal, qual a mulher não gostaria de ser comparada com uma “musa do carnaval”? O problema é todo o perfil sexualizado da mulher negra que está por trás dessa frase, que parece ser tão inofensiva. Porque quando aparece na mídia, ela (a mulher negra) só preenche dois papeis: ou de empregada na casa de gente rica e branca ou no ideal de “mulata tipo exportação”. E a globeleza se encaixa perfeitamente no segundo caso. Ser comparada a essa personagem na verdade me forçou a ser colocada num desses dois lugares que citei. Mas eu sou muito mais que isso. Eu posso muito mais que isso. Eu sonho com muito mais do que isso.  Inclusive com o dia em que eu for vista além desses dois ambiente, que me empurram goela abaixo há séculos.

Tem alguns textos muito bons que vocês podem ler para ficar mais por dentro do que acabei de comentar lá no Blogueiras Negras. 😉

Deixar de ser racista, meu amor, não é comer uma mulata!
O padrão de beleza negra ideal
Sobre alisamento capilar, racismo e liberdade
  • “Vai mesmo sair com esse cabelo pra cima?” Vou sim! Nunca me senti tão livre, leve e feliz como agora! Não vou deixar de correr pelas ruas alegre como eu estou por conta de gente que não consegue ver que cada um tem sua beleza e ela faz parte da identidade de cada indivíduo. Beijos, fui! 😉
  • “Olha, cabelo cacheado/crespo não é para festa.” Essa é uma frase que muitas vezes vem de alguém próximo à nós, como familiares e amigos. “Eu até aceito andar com você com seu black, mas não me invente de ir na formatura de fulano assim!” É claro que vindo dessas pessoas, que confiamos, sempre deixa um clima de insegurança no ar. Mas sabe de uma? Você é lindx de qualquer jeito! Se não tiver muito à vontade para sair com todo o seu volume, vale a pena fazer um penteado bem legal. Afinal, todo cabelo é passível de penteados! Não deixem que te joguem na neura que vai estar feio para os outros. Antes de tudo você tem que sentir-se belo, para você mesmo, e acreditar que é! Quando isso acontece, a segurança raramente desaparece. 😉

E esses foram algum dos absurdos que eu já ouvi e sei que muita gente também quando resolveu soltar suas molinhas. Mas não se encabule não, galera! Nem a opinião dos outros, nem se encaixar num padrão são precisos pra ser feliz. 😉 Ah, para o próximo post da série, estou pensando em falar de cronograma capilar, o que acham? E não deixem de contar se passaram por um aperto desses, ok?! Um beijo e força na peruca kkk. 😉

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Resolvi ser eu!

Para começar o mês com o pé direito, lá vem um texto:

Resolvi ser eu. Resolvi me aceitar. Resolvi não seguir insegura. Resolvi parar de mentir para mim. Resolvi lutar para me encontrar. Resolvi admitir meus erros. Resolvi parar de ser uma imitação barata de uma celebridade. Resolvi ser rica de mim. Resolvi meus cachos mostrar. Resolvi ser eu. Resolvi me amar.

                                                                                                                           Mariana Gomes

 

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Fazer mais do que esperar!

do your best

Os finais de ano vêm e a gente sempre começa a listar desejos que queremos que aconteçam nos mais de 360 dias a seguir. A gente também acaba pedindo ajuda para o santo e rezando para que os meses nos esperem com boas esperanças e é aí que mora o problema.

Há quem espere, espere, espere… e depois passe o ano inteirinho reclamando sobre como as coisas não vem mudando. Parece até a longa espera de quem precisa da chuva no sertão, ou do dinheiro no começo do mês ou até mesmo como os presentes de Papai Noel na noite de Natal. A diferença é que nessas três situações, para se chegar num resultado foi preciso agir. Uns procuraram empregos no litoral, outros se esforçaram arduamente no local de trabalho ou simplesmente tiraram a bunda da cadeira e foram atrás de caneta e papel.

Agora me responda, se até para a tal magia natalina é preciso se mover, imagine para os seus, os nossos projetos anuais/mensais/diários? E por favor, seja franco consigo e admita que você mesmo é seu maior empecilho – se achar que não, descubra o que é.

Eu pelo menos, preferi trabalhar mais a ficar vendo o vento passar. Se não fosse assim não existiria um post sequer por aqui, eu não teria conhecido blogueiros legais, nem mesmo melhorado o blog aos poucos, dentre tantas outros momentos marcantes no ano passado.

Veja o post “Conversa entre blogueiras: Meus agradecimentos do ano de 2013!”

Então, não queira mais cometer o erro de esperar até morte da bezerra. Correr atrás é muito melhor. Não significa que seja fácil, de mão beijada muito menos, mas um dia a recompensa chega. E se tiver uma pedra no meio do caminho, arranque-a. Use até todas as outras metáforas do tipo se for preciso, mas não fique parado!

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Sobre ser feliz!

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Há algum tempo eu estava conversando com meu melhor amigo e nesse dia nós estávamos tão atordoados com as coisas do dia a dia! Foi aí que a gente resolveu parar de se preocupar tanto, mais tanto que a gente não conseguia nem aproveitar o que acontecia de bom em nossas vidas.

Passando uma semana, esse mesmo amigo me mandou um texto da Martha Medeiros chamado Velocidade máxima. Vi que me encaixava perfeitamente dentro da história e comecei a refletir se valia mesmo ficar tão estressada com coisas normais do cotidiano.

…Tirando levemente o pé do acelerador, o coração acalma e os olhos percebem melhor o que há nas laterais da pista…

Velocidade Máxima, Martha Medeiros.

Após isso, vi que minha mãe tinha um livro do Augusto Cury na bancada, o ” Treinando a emoção para ser feliz” e comecei a ler. Até o momento não terminei de ler, afinal, cada palavra dali precisa ser repensada.  Foi isso que fiz e comecei a me sentir mais calma por começar a “controlar” minhas emoções. Não quero que interprete como me reprimir, mas saber reconhecer até que ponto me faz bem demonstrar tudo o que sinto. Se você leu/ler esse livro vai entender o que eu quero dizer…

…Felicidade não é um dom, é um treinamento…

Treinando a emoção para ser feliz, Augusto Cury.

Sei que talvez essa história toda, pode ter lhe feito pensar “Sim, e…”, então me deixe explicar.

É que cada situação dessas me fez pensar de um modo diferente sobre mim, sobre as pessoas e sobre o que realmente importa. E não digo isso de forma banal, daquele papo furado de que você tem que acreditar em si mesmo e ponto final. Depois de cada de cada dia que se passou posso ver que melhorei um “tiquinho” em relação ao que eu era. Há muito não me sinto feliz!

Eu REALMENTE conclui que minha família e meus amigos são essenciais, que eu sou capaz de fazer o que eu quiser se correr atrás, que o sorriso é a melhor maquiagem em um pessoa, que os dias devem ser o melhor aproveitados, que as pessoas valem pelo que guardam dentro de si e que não interessa o que pensam de você se você sabe quem é.

Não estou aqui para dizer que a gente tenha que estar sorrindo toda hora, porque aposto que você já teve aqueles dias que se sente para baixo e não quer saber de nada e nem de ninguém, né? Mas sim dizer que quando essas horas chegarem a gente deve respirar e olhar o que de mais lindo lhe rodeia, seja pelo olhar religioso, poético, científico, qualquer um, desde que seja um ponto de vista que você acredite.

Então, é isso: procurar melhorar durante sua vida. E só relembrando, todas essas experiências que passei não quer dizer que vão surtir o mesmo efeito em você. Como exemplo tenho o meu amigo, se você duvida. Talvez outras mostrem resultado e não exite fórmula pronta. Isso só pode partir de você.

Espero ter ajudado lhe ajudado ao menos um pouco. Até mais! 😉

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