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Box braids: o que, como e onde?

Olá pessoas! Como foram de carnaval? Espero que muito bem e que tenham aproveitado bastante as nossas dicas de looks de verão. 😀

box braid photo frame maia vox

Lembram do último post que fiz sobre minhas box braids ? Pois então, estou aqui para detalhar mais ainda minha saga com essas trancinhas. Peço desculpas por não ter postado ainda no carnaval, mas minha programação acabou sendo diferente do esperado. Contudo, já é hora de tirar as dúvidas que rondam suas mentes.

As box braids quebram o cabelo ou o fazem crescer? Como todo protective style (penteado protetor ao pé da letra), as tranças preservam as pontas dos nossos cabelos. Alías, essa é a principal jogada desses penteados, onde acredita-se que escondendo as pontas do ambiente, elas estarão menos propensas a quebrar,  assim com afirma o site About Style. Por isso temos a impressão de o crescimento do cabelo ter sido ajudado por elas.  E ah, um aviso: quando desfazemos um penteado desses é comum aparecerem vários fios soltos, mas saibam que isso vem do acúmulo de queda diária, que é normal em todo cabelo. Entretanto, se o cabelo já estiver fraco antes mesmo do trançado o resultado pode não ser agradável.

E aí, doeu? Na verdade, não muito. Na hora de trançar, incomodou apenas no começo da trança, junto ao couro cabeludo, pois o momento de união entre o cabelo sintético e o nosso é crucial. A amarra precisa ser firme, senão as tranças ficarão frouxas – e ninguém quer seu cabelo caindo no meio da rua, né não? Depois disso, é tranquilo até o fim da mecha.

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Mas não é pesado? Isso depende do tamanho e da largura das tranças, além do tipo de material usado. Conversando com a Alcimara, a cabelereira que me atendeu, ela me propôs tranças médias. Segundo ela, como eu nunca tinha usado box braids era melhor assim, pois as muito finas ou as muito grossas poderiam pesar bastante e me trazer dores de cabeças. Além disso, o material que foi usado não foi o kanekalon e sim o jumbo, que é mais leve que o primeiro. Dito e certo: nesse período de quase dois meses não tive enxaquecas por conta das tranças.

Curiosidade: você sabia que o cabelo kanekalon é utilizado para fazer perucas de cosplay? Pois é. Descobri isso aqui no Chibi Room.

Como faz para lavar? Essa é uma pergunta recorrente, até porque existe a ideia de que penteados como as tranças que uso não são laváveis ou algo do tipo, mas isso não passa de falta de informação.

Assim como normalmente, lavasse o cabelo com xampu (oh, really?!). De acordo com a Alcimara, o de nossa preferência. Porém, depois de muita leitura, vi que é fácil se acumular produto entre os fios, o que dificulta a secagem e dá um aspecto de caspa nas tranças. Um bom truque para resolver isso é diluir o xampu antes de aplicar nas mechas. Na hora de massagear, dê atenção especial ao couro cabeludo, pois aí se encontra nosso cabelo natural, mas não ignore o resto das tranças.

E será que tem como fazer hidratação/ nutrição? Certamente que sim. Entretanto, o cuidado para não acumular produto deve aumentar. Eu não gosto de diluir a minha máscara de hidratação, então aplico diretamente nos fios, porém separo o cabelo em áreas para ter maior controle de onde e da quantidade que aplico. Para enxaguar, a mesma coisa: toda a atenção possível. Ah, recomendo a lavagem duas vezes por semana e de preferência logo cedo, pois dormir com a cabeça molhada não a melhor das ideias ( xô resfriados, micoses, mal cheiro!).

Atualização: Algumas pessoas preferem não passar cremes de hidratação nas tranças justamente do acúmulo que pode acontecer. Se você optar por isso, prepare bem o seu cabelo antes, seguindo um cronograma capilar. Confira aqui no blog como montar um: Cronograma capilar: o que é e como fazer?

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Quanto tempo demorou? E quanto posso ficar? Do tamanho que eu fiz, demoraram cerca seis horas, só que isso não é nada comparado  ao que economizo no dia a dia atualmente, como eu disse no primeiro post sobre box braids. Porém, se você quiser passar menos tempo na cadeira, optar por um comprimento menor pode resolver.

O máximo recomendável para ficar com o penteado é de três meses, já que com o crescimento do cabelo, os novos fios podem se embolar com os outros. Ademais a raiz muito grande deixa o penteado meio estranho.

*Visite também o blog Cacheia, da Ster Nascimento e saiba mais com a Duda Felinto, do Our Little Big Cage.

Tá, mas e onde fazer? Bem, no meu caso os grupos de cacheadas que participo, tanto o de Salvador como o daqui de Aracaju, foram super importantes, porque assim pude saber quem fazia e se realmente valia à pena. Às vezes, na pressa, não nos tocamos de detalhes como o tempo em que a trança aguentaria na nossa cabeça. Isso depende do trabalho de quem as faz, pois algumas meninas que conversei me contaram que em apenas um mês o penteado delas já tinha ido para o espaço. Para quem mora aqui em Aracaju, posso recomendar a Alcimara, que tanto citei. Quem quiser o número é só solicitar depois. 😉

Atualização: Além da Alcimara, conheço agora já outra trançadeira, a Tereza. Quem quiser os contatos das duas é só perguntar nos comentários! 😉

Outras questões: Para dormir eu amarrava um lenço na cabeça para proteger as tranças de eventuais arrepiados, mas confesso que há semanas que não o faço por preguiça hehe.

Antes de ir trançar eu passei duas semanas inteiras cuidado do cabelo através do cronograma capilar, realizando nutrições e por fim uma reconstrução, já que eu estava com medo de não conseguir cuidar bem do meu cabelo com as tranças ou de até mesmo de meus fios quebrarem. Como eu já disse, consigo fazer bem as hidratações, mas sobre fios quebrados ainda não posso dizer nada, pois se existem não os consigo ver. Agora é esperar até o começo do outro mês, quando tirarei as box braids.

Se estiver pensando em fazer tranças, também recomendo dá uma olhada em fotos no Instragram com a hashtag #boxbraids. Tem milhares de exemplos lá. 😉

E é isso! Tem mais dúvidas? É só deixar nos comentários que eu respondo. E fiquem de olho que no próximo post sobre as tranças eu mostrarei vários penteados para mudar o visual. Super beijos e até mais!

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quem sou mari gomes autor

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Mais mudanças no cabelo: Box braids!

A cada segundo que se passa já não somos os mesmo de antes. De tempos em tempos, é fácil perceber isso. Por exemplo, trocamos o velho e bom sorvete de chocolate pelo exótico cupuaçu. Ou deixamos de andar na mesma calçada e passamos para a outra. E assim, de mudança em mudança, a gente descobre mais do mundo e de nós mesmos.

Mudanças durante 2014.

Mudanças durante 2014.

Para quem acompanhou o blog no ano passado, viu que a minha maior transformação se mostrou pelos cabelos. O antigo alisado deu lugar ao crespíssimo. Deu o que falar, tanto que muitos foram muitos os posts – e ainda devo alguns a vocês.

Confira alguns dos posts:
  Transição capilar: como começou?
  Transição capilar: As blogueiras que m e influenciaram!
  Transição capilar: 6 meses e identidade que se revela!
  Transição capilar: As frases mais absurdas que ouvimos nesse período!

Entretanto, senti nos últimos dois meses urgência em provar coisas novas. E o alvo da vez não podia foi diferente do último.

Trancei. Virei Rapunzel. Com direito a mechas douradas, no melhor estilo Queen B e Rihanna. #ShineBrightLikeADiamond.

Um dos motivos é que eu sonho com esse penteado desde criança. Outro foi a curiosidade. Queria saber como era ter os cabelos longos, pelas costas. Daí, semana vai, semana vem, salvei vááárias fotos e no começo de janeiro tudo aconteceu.

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Para quem ainda não sabe, as tranças que escolhi são as Box Braids, em que divide-se o cabelo em quadradinhos, onde cada mecha parece uma caixinha. Antes de fazer a arte, pesquisei um pouco sobre e descobri outros tipos de penteados. Tem o Marley twist, os bantu knots ( ou coquinhos), waves, twist out e mais alguns trançados. Sabe o que eles tem em comum? São todos protective styles. Calma, não precisa se aperriar que eu já explico esse nome.

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Meu visual atual.

O negócio é o seguinte: protective styles são penteados que procuram preservar os nossos cabelos. Eles podem durar dias, semanas ou até meses e assim evitam o puxar, o penter e o escovar dos cabelos, que muito danificam os fios. Depois de eu saber disso, corri para achar alguém que trançasse direitinho e mudasse o meu visual. Escolhi então um dia e passei todo ele com a bunda colada na cadeira, mas ao final eu era a mais nova Rapunzel da área kkk.

Se eu estranhei? Sim, com certeza, não duvide. Principalmente quando voltei pra casa. Mas foi bom. A ideia de conhecer novas coisas foi bem sucedida. Agora é só a alegria. Acordar mais cedo pra pentear a cabeleira? Nem rola. Já acordo pronta! Gente, é pronta, sem corrida contra o relógio! M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O. Posso dizer que diminuiu em 95% os bad hair days.

E sobre o que as pessoas acharam? Bem, umas gostaram, já outras perguntaram se era revolta. Enfim, só sei que vou feliz da vida da padaria até a festa chique, ostentando minhas tranças de ouro (ou quase disso hahaha :3). E ah, inventar penteados torna a brincadeira mais interessante.

O primeiro que tentei fazer, logo no primeiro dia, foi um coque. Fica lindo de tanto volume que tem. Hoje, já acostumada, peguei as manhas pra me livrar do calor e mais que tudo: se eu já dava valor aos grampos de cabelo, percebi a genialidade da coisa.

Mas e aí? Doeu pra fazer? Quanto custou? Como se deve cuidar? Eu poderia responder isso ainda nesse post, mas ficaria cansativo. Então, próxima semana sai “Box braids: o que, como e onde?”, combinado?! Mas até lá vocês terão posts novo. Amanhã mesmo têm dicas pra arrasarem no carnaval. Não percam! Super beijos e até mais! 😉

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