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10 coisas que aprendi com Glee!!!

Oi galera, tudo bem?

glee

Nessa semana, exatamente no dia 20, foi exibido o último episódio de Glee! Foram ao todo seis temporadas conhecendo a história dos adolescentes mais peculiares do McKinley High School.

Entre altos e baixos, do jazz ao eletrônico, posso dizer que Glee me cativou por ter sido sempre tão variada, até mesmo nos personagens ( Mercedes  <3 Sue <3 Blaine <3 ) e nos temas abordados. Além do mais, durou por quase toda minha adolescência – o que é estranho perceber e falar.

O mais legal de Glee é que, gostando ou não, todo mundo que já assistiu pode dizer que aprendeu alguma coisa com os episódios repletos de performances musicais – Aff! Quantas saudades terei das coreografias repentinas nos corredores da escola de ensino médio…

         

Por conta disso tudo, listei 10 coisas que aprendis nesses seis anos ao lado do Mr. Schuester e o Novas Direções!

  • Não julgue os outros pelas primeiras impressões: a gente nunca sabe a história por trás só com uma olhada!

  • Ame quem você é: aprenda a se valorizar, porque existem características incríveis dentro de nós, sim.

  • Há sempre algo que podemos fazer pelo outro: de um conselho até arrecadar fundos, são inúmeras as formas de dar uma mãozinha a quem precisa.
  • Amizade é um dos maiores bens que existem: quando tudo que temos não parece suficiente, um ombro amigo preenche o que falta.

  • Podemos ser livres para amarmos a quem quisermos: toda forma de amor é válida e deve ser respeitada.

  • Por mais difíceis que sejam os desafios, nunca desista: se o desespero bater, lembre-se de que mudanças nos fazem melhor do que seríamos.

  • Nossas conquistas são mais que troféus: porque até chegar num reconhecimento vindo de fora, acreditar em si mesmo foi o primeiro passo.

  • Músicas são ótimas companheiras: elas sempre sabem o que dizer na hora certa.

  • Mesmo quando partem, não esquecemos algumas pessoas: e as melhores lembranças permanecem conosco.

  • Entregue-se a tudo que fizer.

“E isso foi o que você viu em GLEE!”

Quem aí também acompanhava e o que aprenderam? Quais séries vocês curtem? Deixem nos comentários! Um super beijo e até mais! ;)

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6 mulheres que revolucionaram o mundo da moda!

Reprodução:  www. UN. org

Reprodução: www. UN. org

8 de março: dia internacional da mulher.  O porquê? No ano de 1857 cerca de 130 trabalhadoras de uma fábrica de tecidos em Nova York foram assassinadas.  O motivo foi o “atrevimento” das moças ao requererem redução da carga horária, equiparação dos salários com o dos homens e melhores condições de trabalho. Em sua homenagem, 118 anos após o fato, em 1975, a data começou a fazer parte do calendário oficial da ONU.

Não se engane achando que essa é uma festividade simplesmente, onde se recebem flores e chocolates de algum homem próximo. Mais importante do que isso, o oito de março serve para lembrar que ainda hoje, nós, mulheres, temos que lidar com salários inferiores, objetificação, modelos de beleza impossíveis, trabalho dentro e fora de casa, além violação dos nossos corpos, nos quatro cantos do planeta.

E porque falar sobre mulheres que fizeram alguma diferença na história? Fácil: para que cada uma possa se espelhar nelas sabendo que são capazes de fazer e serem o que quiserem, ainda que muitos afirmem o contrário.

Hoje vou falar de algumas que se destacaram pela moda. Alguns de vocês podem pensar que isso é um pouco contraditório já que se conhece os abusos da indústria da moda. Porém, mais que simples cabides de roupas, as mulheres no universo da moda representaram e ainda representam outras – e grandiosas- coisas. Vejam só!

Ann Lowe:

Reprodução: BlackBride.com

Reprodução: BlackBride.com

Nasceu no final do século 19 no estado do Alabama, na pequena e rural cidade de Clayton e fez sucesso nas décadas de 50 e 60 do século seguinte. Neta de ex-escravos, Ann passou a infância rodeada pelo mundo da costura, já que sua avó e mãe eram costureiras. Quando aos 16 anos sua mãe moreu, Ann teve que tomar frente dos negócios da família, mas com parte de seu talento já desenvolvido tornou-se a costureira mais procurada em Clayton. Em Tampa, na Florida, conheceu Josephine Lee, socialite do local que incentivou Ann a estudar em Nova York a fim de que ela pudesse ter mais conhecimento sobre sua arte. Foi, mesmo com o marido não aprovando. Na metade do curso, que deveria durar um ano, Lowe já estava formada, tendo frequentado as aulas separadas do resto de sua turma por ser negra. Daí em diante, o sucesso de suas produções únicas só aumentou. Sua mais conhecida criação foi o vestido de casamento de Jacqueline Kennedy, mulher do antigo presidente dos Estados Unidos, mas a relevância de suas obras está espalhada por museus como o Museum at the Fashion Institute of Technology, o Metropolitan Museum of Art e o Smithsonian National Museum of African American History and Culture.

Fonte:http://www.thefashionhistorian.com/2014/02/ann-lowes-early-career.html

Coco Chanel:

Reprodução: Ellus.com

Reprodução: Ellus.com

Quem nunca ouviu falar do corte de cabelo Chanel? Sucesso na década de 20, pós 1° guerra mundial, o maior objetivo desse estilo totalmente inspirado na estilista francesa era de ao mesmo tempo em que oferecia praticidade na higienização, as mulheres expressavam o ideal de autonomia que buscavam na época, já que haviam ocupado postos de autoridade nunca antes conquistados durante as batalhas. Coco Chanel descobriu seu talento para a costura quando além de cantar, fazia reparos em roupas para se sustentar no interior da França. A sua grande contribuição pode ser resumida que em busca de mais conforto ela se opôs aos longos, pesados e apertados vestidos, substituindo-os por comprimentos menores e marcações mais baixas, além de introduzir as calças no armário feminino. E foi assim que até 1971 ganhou a vida, apesar de ter vários amores durante sua trajetória como bem mostra o filme “Coco Antes de Chanel”.

Fontes:

http://mulheres-incriveis.blogspot.com.br/2012/04/coco-chanel.html

http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u641760.shtml

Elsa Schiaparelli:

Reprodução: wepick.com.br

Reprodução: wepick.com.br

A italiana Schiap provocou o mundo inteiro com seu rosa-choque. Sim, foi ela a inventora de umas das cores mais chamativas que existem. Foi Elsa também que incorporou de uma vez por todas as artes plásticas nas roupas. Enquanto Chanel criava modelos práticos para o dia a dia, Schiaparelli mixava em suas peças influências como Salvador Dalí e Marcel Duchamp, grandes nomes da arte surrealista, ambos seus amigos. Com o primeiro, em especial, designou o tailleur de onde saíam gavetas e o vestido lagosta. Foi assim, representando os sonhos por meio de tecidos que de certa forma ela fazia com que as mulheres se destacassem em todos os ambientes que circulassem.

Fontes:

http://almanaque.folha.uol.com.br/schiaparelli_historia.htm

Vogue Brasil n° 405 (Maio, 2012), pg. 67, “Vida Chocante”, ASTUTO, Bruno.

Lupita Nyong’o:

Mas o que uma atriz faz no meio de tantas estilistas? Calma que eu explico. A méxico-queniana que despontou no ano passado como uma das revelações de Hollywood, tendo ganhado o Oscar de “melhor atriz coadjuvante” por sua representação em “12 Years a Slave” (Doze Anos de Escravidão), logo tornou-se matéria em grandes revistas de moda. Isso fez com que váááárias meninas negras ao redor do mundo (inclusive a que vos fala) aumentassem a sua autoestima ao verem uma mulher negra fazendo tanto sucesso como ela estava a fazer. Para vocês terem dimensão do caso, num discurso para o “Essence Black Women in Hollywood”, promovido pela revista estadunidense “Essence”, ela leu um pedaço de uma carta que havia recebido de uma jovem menina. Essa adolescente relatava que por conta do destaque de Lupita na mídia internacional ela não se via mais pressionada a tentar clarear sua pele com produtos clareadores (sim, isso existe e é um absurdo.). Já que padrões de beleza estão tão atrelados à moda, nada mais justo do que trazer aqui uma mulher que lembrou a todos que o bonito se apresenta de inúmeras formas pelo mundo a fora.

Fontes:

http://blogueirasnegras.org/2014/04/03/gratidao-lupita-nyongo/

https://www.youtube.com/watch?v=ChpriB5ktGg

Pat McGrath:

Reprodução: rmkvisions.blogspot.com

Reprodução: rmkvisions.blogspot.com

Em 2012 fiz um post em que apresentei a Pat a vocês (leia aqui). Naquela época, ela recebeu o título de maior maquiadora do mundo. Isso veio graças a suas maquiagens surpreendentes, com produção completamente artística. Por isso ela é referência internacional para inúmeros maquiadores, com o Sadi Consati, que vibrou ao conhecer a britânica. O interessante é que apesar das extravagâncias ao pintar os outros, ela sempre aparece com uma maquiagem simplíssima, e quando digo simples, falo em neutra. Neutralidade, aliás, é sua marca registrada, pois suas roupas também são assim, geralmente pretas. Hoje me senti na obrigação de relembrá-la nesse post porque conhecendo o trabalho da Pat durante esses quase três anos entendi realmente o motivo de ela ser tão vangloriada no universo da moda. Não á a toa que Prada, Miu Miu, Dior, Dolce & Gabbana, Lanvin, Valentino, Louis Vuitton, Viktor & Rolf, Stella McCartney, Jonh Galliano… continuam a solicitar o trabalho dela.

Fonte: http://www.vogue.co.uk/person/pat-mcgrath

Zuzu Angel:

Brasileiríssima. Penso que esse seja o melhor adjetivo para a estilista mineira que buscou representar em suas peças a identidade nacional no cenário internacional. “Sua roupa, como poesia pra se vestir, tinha características baseadas no tropicalismo brasileiro com estampas de chita, vestidos inspirados em Maria Bonita e Lampião, estampas de anjinhos sobrevoando as nuvens, xadrezes com padrões singelos de cores e formas, pássaros e florais com releituras naif.” Assim sua obra é descrita no perfil de quem ela foi, disponível no Instituto Zuzu Angel, criado por sua filha Hildegard após a morte da mãe. Seu falecimento nos leva a outra questão. Stuart Angel, seu primeiro filho, foi assassinado durante a ditadura militar. Com suas aparições na mídia, graças a seus desfiles, ela denunciava o assassinato internacionalmente. Assim arrastou nomes como Joan Crawford, Kim Novak, Veruska, Liza Minelli, Jean Shrimpton, Margot Fonteyn e Ted Kennedy para apoiarem a sua luta. Porém, ela foi, também, assassinada num acidente de carro, ainda não muito esclarecido, no ano de 1976. É também pela busca para saber o paradeiro de seu filho, que essa mulher não pode ser esquecida.

Então é isso. Espero que a história de cada uma dessas mulheres possam ter despertado o porque de hoje, 8 de março, ser tão importante. Até mais! ;)

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Box braids: o que, como e onde?

Olá pessoas! Como foram de carnaval? Espero que muito bem e que tenham aproveitado bastante as nossas dicas de looks de verão. :D

box braid photo frame maia vox

Lembram do último post que fiz sobre minhas box braids ? Pois então, estou aqui para detalhar mais ainda minha saga com essas trancinhas. Peço desculpas por não ter postado ainda no carnaval, mas minha programação acabou sendo diferente do esperado. Contudo, já é hora de tirar as dúvidas que rondam suas mentes.

As box braids quebram o cabelo ou o fazem crescer? Como todo protective style (penteado protetor ao pé da letra), as tranças preservam as pontas dos nossos cabelos. Alías, essa é a principal jogada desses penteados, onde acredita-se que escondendo as pontas do ambiente, elas serão menos propensas a quebrar,  assim com afirma o site Abou Style. Por isso que se tem a impressão de o crescimento do cabelo ter sido ajudado por elas.  E ah, um aviso: quando se desfaz um desses penteados talvez apareçam vários fios soltos, mas saibam que isso vem do acúmulo de queda diário, que é normal em todo cabelo. Entretanto, se o cabelo já estiver fraco antes mesmo do trançado o resultado pode não ser agradável.

E aí, doeu? Na verdade não muito. Na hora de trançar incomodou apenas no começo da trança, junto ao couro cabeludo, pois o momento de união entre o cabelo sintético e o nosso é crucial. A amarra precisa ser firme, senão as tranças ficarão frouxas – e ninguém quer seu cabelo caindo no meio da rua. Depois disso, é tranquilo até o fim da mecha.

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Mas não é pesado? Isso depende do tamanho e da largura das tranças, além do tipo de material usado. Conversando com a Alcimara, a cabelereira que me atendeu, ela me propôs tranças médias. Segundo ela, como eu nunca tinha usado box braids era melhor assim, pois as muito finas ou as muito grossas poderiam pesar bastante e me trazer dores de cabeças. Além disso, o material que foi usado não foi o kanekalon e sim o jumbo, que  mais leve que o primeiro. Dito e certo: nesse período de quase dois meses não tive enxaquecas por conta das tranças.

Curiosidade: você sabia que o cabelo kanekalon é utilizado para fazer perucas de cosplay? Pois é. Descobri isso aqui no Chibi Room.

Como faz para lavar? Essa é uma pergunta recorrente, até porque existe a ideia de que penteados como as tranças que uso não são laváveis ou algo do tipo, mas isso não passa de falta de informação.

Assim como normalmente, lavasse o cabelo com xampu (oh, really?!). De acordo com a Alcimara, o de nossa preferência. Porém, depois de muita leitura, vi que é fácil se acumular produto entre os fios, o que dificulta a secagem e dá um aspecto de caspa nas tranças. Um bom truque para resolver isso é diluir o xampu antes de aplicar nas mechas. Na hora de massagear, dê atenção especial ao couro cabeludo, pois aí se encontra nosso cabelo natural, mas não ignore o resto das tranças.

E será que tem como fazer hidratação/ nutrição? Certamente que sim. Entretanto, o cuidado para não acumular produto deve aumentar. Eu não gosto de diluir a minha máscara de hidratação, então aplico diretamente nos fios, porém separo o cabelo em áreas para ter maior controle de onde e da quantidade que aplico. Para enxaguar, a mesma coisa: toda a atenção possível. Ah, recomendo a lavagem duas vezes por semana e de preferência logo cedo, pois dormir com a cabeça molhada não a melhor das ideias ( xô resfriados, micoses, mal cheiro!).

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Quanto tempo demorou? E quanto posso ficar? Do tamanho que eu fiz, demoraram cerca seis horas, só que isso não é nada com o que economizo no dia a dia atualmente, como eu disse no primeiro post sobre box braids. Porém, se você quiser passar menos tempo na cadeira, optar por um comprimento menor pode resolver.

O máximo recomendável para ficar com o penteado é de três meses, já que com o crescimento do cabelo os novos fios podem se embolar com os outros. Ademais a raiz muito grande deixa o penteado meio estranho.

*Visite também o blog Cacheia, da Ster Nascimento e saiba mais com a Duda Felinto, do Our Little Big Cage.

Tá, mas e onde fazer? Bem, no meu caso os grupos de cacheadas que participo, tanto de Salvador como o daqui de Aracaju, foram super importantes, porque assim pude saber quem fazia e se realmente valia à pena. Às vezes, na pressa, não nos tocamos de detalhes como o tempo em que a trança aguentaria na nossa cabeça. Isso depende do trabalho de quem as faz, pois algumas meninas que conversei me contaram que em apenas um mês o penteado delas já tinha ido para o espaço. Para quem mora aqui em Aracaju, posso recomendar a Alcimara, que tanto citei. Quem quiser o número é só solicitar depois. ;)

Outras questões: Para dormir eu amarrava um lenço na cabeça para proteger as tranças de eventuais arrepiados, mas confesso que há semanas que não o faço por preguiça.

Antes de ir trançar eu passei duas semanas inteiras cuidado do cabelo através do cronograma capilar, realizando nutrições e por fim uma reconstrução, já que eu estava com medo de não conseguir cuidar bem do meu cabelo com as tranças ou de até mesmo de meus fios quebrarem. Como eu já disse, consigo fazer bem as hidratações, mas sobre fios quebrados ainda não posso dizer nada, pois se existem não os consigo ver. Agora é esperar até o começo do outro mês, quando tirarei as box braids.

Se está pensando em fazer também dê uma olhada em fotos no Instragram com a hashtag #boxbraids. São milhares de exemplos. ;)

E é isso! Tem mais dúvidas? É só deixar nos comentários que eu respondo. E fiquem de olho que no próximo post sobre as tranças eu mostrarei vários penteados para mudar o visual. Super beijos e até mais!

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Verão 2015: o que vem por aí de inspiração!

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Olááá!!! Andei vasculhando alguns sites de moda e outras fontes de inspiração para mantê-las antenadas com algumas tendências do verão 2015, por isso podem ficar de olhos bem abertos no Maia Vox que iremos descomplicar as suas escolhas para a temporada mais quente do ano.

Nessa estação temos mais pele à mostra. A dica é tentar equilibrar o visual e para isso você precisa despertar a personal stylist que vive dentro de você, afinal não tem consultoria melhor do que experimentar um look usando o próprio senso crítico.

Com tanta versatilidade e acessibilidade que a moda nos proporciona, você também conseguirá montar looks incríveis e divar o seu estilo. Aproveite a chegada do carnaval e use esse post a seu favor. Divirta-se na hora de montar seu look e veja o que consegue criar com a sua imagem. Não esqueça que estamos no auge do verão e no ano em que o calor impera absoluto, então use e abuse de looks que garantem frescor associados às inúmeras peças que favoreçam o seu corpo, claro!

E então, o que vem com tudo? Olhem só:

Laranja + amarelo:

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                                 Desfile GIG - Minas Trend - Verão 2015

Continua em alta e aparece nas coleções das grandes marcas nessa temporada como as cores hit desse verão. Elas ficam mais alegres quando misturadas não só entre si, mas com outros tons e combinações. Você pode não ser muito fã, confesso que não é a minha melhor cor, mas me rendi e gostei do resultado. Vale apostar!

Dica: Opte por vestidos longos ou saias longas que sejam fluídos e confortáveis, com leveza e movimento. Prefira tecidos esvoaçantes e com cortes mais amplos, preste atenção no caimento das peças em seu corpo.

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Pele à mostra:

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Top Cropped: Pode render lindos looks tanto para a temporada de verão quanto para as produções de carnaval, deixa o look bastante moderno, basta usar adequadamente e de acordo com a ocasião. Vale com short, calça, saia mais larguinha, saia mais justa, midi.

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Dica: A regra básica para esse tipo de peça é não mostrar o umbigo.

Estampa Étnica

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Bombou no verão passado e continua tendência em 2015 com força e cheia de atitude no cenário fashion. Agora os tons terrosos contrastam com as cores vibrantes, os traços e desenhos também aparecem em tamanhos diferentes numa única peça.

Dica:Como podemos observar, o combinadinho já está sumindo da ideia de look perfeito, então você pode fazer misturas com essa peça, mas cuidado para não exagerar. Quando desejar ousar nas misturas, preste atenção no equilíbrio do visual. As peças precisam de articulação entre si.

Cintura marcada:

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Saia midi: É uma peça super aliada das mulheres por imprimir muita feminilidade, valorizar a cintura e dá uma disfarçada nas indesejáveis gordurinhas. Sou adepta dessa tendência e adoro, acho versátil para combinar, veste bonito, promete um look estiloso, retrô e pode ser usada em várias ocasiões.

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Dica: Atualize o seu visual investindo também na midi ladylike, são saias mais armadas, godês e com um toque mais refinado e romântico ou na midi justa ao corpo, saõ saias sensuais e mais marcadas.

 Vá de Franjas:

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                       Desfile Proenza Schouler - Primavera 2015

Não tem jeito, elas têm vida longa e hoje continua em alta sim, viu? Tem quem torça o nariz para as franjas, mas o fato é que elas estão fazendo o maior sucesso e circulam em grande estilo entre as fashionistas.

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Dica: Pode ser usada também em bolsas, acessórios e sandálias. O que seria básico pode ganhar vida se você arrematar o seu look colocando essa tendência em prática. Cuidado para não exagerar no uso das franjas, muitas peças podem pesar o visual. A franja é uma boa pedida para quem curti o estilo boho (mistura de vários estilos – hippies, vintage, étnicos, romântico, conferindo ao look um ar descontraído e moderno), mas não se restringe a apenas eles, ok?!

Estampa em evidência:

tropical

 O uso de paisagem tropical trás para os looks as flores e as diversas estampas inspiradas no clima de natureza, agora com tamanhos maxi.

Dica: Invista em peças que deixe a estampa em evidência.

Galera, agora imagine tudo isso somado a criatividade de reinventar o seu armário/closet/guarda roupas, como queira, usando todas essas tendências com peças que já temos!!! Nos looks que usei dá pra identificar claramente cada peça que faz referência as tendências 2015. O bacanérrimo disso tudo é que não comprei nada, simplemente garimpei o meu guarda roupas e encontrei o que precisava para a ocasião. Afinal, para nos vestir bem não precisamos comprar roupas novamente, novamente e de novo ou nos descabelar toda vez que tivermos uma nova programação, basta reservar um tempinho pra conhecer bem o que você tem e tirar proveito de tudo.

 Já dizia a diva Clarice Lispector “Não copie uma pessoa ideal, copie você mesma”.

 Espero que aproveitem bastante essas dicas porque vem mais por aí! Beijos.

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Mais mudanças no cabelo: Box braids!

A cada segundo que se passa já não somos os mesmo de antes. De tempos em tempos, é fácil perceber isso. Por exemplo, trocamos o velho e bom sorvete de chocolate pelo exótico cupuaçu. Ou deixamos de andar na mesma calçada e passamos para a outra. E assim, de mudança em mudança, a gente descobre mais do mundo e de nós mesmos.

Mudanças durante 2014.

Mudanças durante 2014.

Para quem acompanhou o blog no ano passado, viu que a minha maior transformação se mostrou pelos cabelos. O antigo alisado deu lugar ao crespíssimo. Deu o que falar, tanto que muitos foram muitos os posts – e ainda devo alguns a vocês.

Confira alguns dos posts:
  Transição capilar: como começou?
  Transição capilar: As blogueiras que m e influenciaram!
  Transição capilar: 6 meses e identidade que se revela!
  Transição capilar: As frases mais absurdas que ouvimos nesse período!

Entretanto, senti nos últimos dois meses urgência em provar coisas novas. E o alvo da vez não podia foi diferente do último.

Trancei. Virei Rapunzel. Com direito a mechas douradas, no melhor estilo Queen B e Rihanna. #ShineBrightLikeADiamond.

Um dos motivos é que eu sonho com esse penteado desde criança. Outro foi a curiosidade. Queria saber como era ter os cabelos longos, pelas costas. Daí, semana vai, semana vem, salvei vááárias fotos e no começo de janeiro tudo aconteceu.

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Para quem ainda não sabe, as tranças que escolhi são as Box Braids, em que divide-se o cabelo em quadradinhos, onde cada mecha parece uma caixinha. Antes de fazer a arte, pesquisei um pouco sobre e descobri outros tipos de penteados. Tem o Marley twist, os bantu knots ( ou coquinhos), waves, twist out e mais alguns trançados. Sabe o que eles tem em comum? São todos protective styles. Calma, não precisa se aperriar que eu já explico esse nome.

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Meu visual atual.

O negócio é o seguinte: protective styles são penteados que procuram preservar os nossos cabelos. Eles podem durar dias, semanas ou até meses e assim evitam o puxar, o penter e o escovar dos cabelos, que muito danificam os fios. Depois de eu saber disso, corri para achar alguém que trançasse direitinho e mudasse o meu visual. Escolhi então um dia e passei todo ele com a bunda colada na cadeira, mas ao final eu era a mais nova Rapunzel da área kkk.

Se eu estranhei? Sim, com certeza, não duvide. Principalmente quando voltei pra casa. Mas foi bom. A ideia de conhecer novas coisas foi bem sucedida. Agora é só a alegria. Acordar mais cedo pra pentear a cabeleira? Nem rola. Já acordo pronta! Gente, é pronta, sem corrida contra o relógio! M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O. Posso dizer que diminuiu em 95% os bad hair days.

E sobre o que as pessoas acharam? Bem, umas gostaram, já outras perguntaram se era revolta. Enfim, só sei que vou feliz da vida da padaria até a festa chique, ostentando minhas tranças de ouro (ou quase disso hahaha :3). E ah, inventar penteados torna a brincadeira mais interessante.

O primeiro que tentei fazer, logo no primeiro dia, foi um coque. Fica lindo de tanto volume que tem. Hoje, já acostumada, peguei as manhas pra me livrar do calor e mais que tudo: se eu já dava valor aos grampos de cabelo, percebi a genialidade da coisa.

Mas e aí? Doeu pra fazer? Quanto custou? Como se deve cuidar? Eu poderia responder isso ainda nesse post, mas ficaria cansativo. Então, próxima semana sai “Box braids: o que, como e onde?”, combinado?! Mas até lá vocês terão posts novo. Amanhã mesmo têm dicas pra arrasarem no carnaval. Não percam! Super beijos e até mais! ;)

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Aqui, promessa é dívida!

O resumo da última semana de 2014 trás os looks que mais chamaram a atenção das fashionistas que circularam pela capital alagoana durante as programações da Celebration Week (saiba o que é aqui). A cidade respira sol, mar, areia, praia… Os shows aconteceram na praia, frente ao mar, brisa no rosto, cabelo ao vento e pezinhos na areia, por isso as produções foram frescas e fluídas, porém cheias de estilo.

Para compor o primeiro look usei um conjunto estampado e que segue em alta no verão, agora com uma versão mais sensual, com combinações simples e com uma peça indispensável nessa estação, o cropped.

flowRoot4491Aqui, o vestido de tricô ganhou leveza e personalidade, usado com o colar de franja azul turquesa que contrasta com o coral. Ainda sobre o vestido usei um cinto, o que disfarçou o cumprimento. Esse acessório é estratégico quando queremos vestir um vestido longo com um salto baixo ou rasteirinha sem perder a graça, se usado com peças mais soltinhas.

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Para o look da virada, escolhi um dress simples, mas rico em detalhes e com um caimento sensacional quanto às proporções. E para atualizar o look, dei um toque final com o colar de metal que além de quebrar a neutralidade do branco total, somou charme.

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E nos três looks optei pelo conforto, nos pés, as inseparáveis rasteirinhas.

Look perfeito? Precisa causar um efeito de força numa produção, fazer você se sentir segura e acima de tudo precisa refletir o seu estilo. Aliás, mulher de estilo não é dependente da moda, ela é capaz de criar e recriar a sua imagem o tempo inteiro. ;)

Agora é só se inspirar e ficar pronta para o verão!

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Férias de verão, shorts e feminismo.

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Estação mais quente do ano. Hora de nos refrescar sim ou claro? Uma ida à praia ali, uma roupa mais leve e curta acolá. Mas pera aí! Apenas corpos perfeitos (barriga sequinha, bunda e pernas durinhas) podem se dar a esse luxo! Mesmo?

Eu nunca fui magra. Minha mãe sempre diz que quando bebê as minhas pernas eram realmente gordas – e davam vontade de apertar. Pequena, eu também gostava de fazer apresentações de dança na sala de estar ou até mesmo na frente da casa dos meus avôs. Minha tendência a engordar nunca foi problema na minha infância, rodeada de primos, afinal todos nós tínhamos algo em comum e estávamos muito mais preocupados em brincar do que qualquer outra coisa.

No entanto, fiquei mais velha e comecei a passar mais tempo com meus amigos. São todos muito legais e aprecio bastante o tempo que passamos juntos, mas quando eles davam uma surtada por gordurinhas aparecendo, sendo que a maioria deles é magra, da barriga reta, eu me sentia numa situação muito pior. Daí, a cadeira na beira da piscina era o meu lugar e eu não ousava nem mesmo expor meu corpo fora da blusa e dos shorts. Mas isso podia mudar! Se eu emagrecesse, continuasse a alisar meu cabelo e de alguma forma mirabolante minha pele clareasse T-U-D-O melhoraria! Pelo menos as propagandas repetiam a mim.

Por essas e outras, eu passei de uma criança faladeira e amostrada (*1) para uma adolescente com fala baixa e embolada. Para perceber que a causa disso vinha de fora da minha casa, demorei algum tempo. Na família muitos falavam que eu era uma menina bonita, mas isso era nada demais para mim, vindo deles. O que eu esperava era a aprovação dos de fora e, como não recebia, achava que quem estava ao meu lado dizia aquilo da boca pra fora.

Foi assim até o momento em que olhei firmemente para a minha imagem no espelho. Naquela hora pude finalmente enxergar a beleza de que tanto os que me amam diziam. Passei então a acreditar: Sim, eu sou muito bonita.  Falo isso hoje sem tanto medo de gritarem que é um jeito de me gabar. Sabe o porquê? Das inúmeras vezes na frente do nosso reflexo, são poucas aquelas em que prestamos atenção a ele. Isso, por estarmos extremamente presos às imagens do ser humano perfeito, que circulam por todo canto. Assim esquecemos de quem somos e nunca conseguimos ser felizes conosco.

Quando esse olhar distorcido muda em nossa vida, nos cuidamos primeiro pensando em nossos gostos, pra depois analisar se está na moda ou não (e se não estiver “em alta”, admiramos o que se mostra mesmo assim). Também andamos pela rua notando que cada um tem uma beleza e, por isso, viver se comparando é frustração na certa. Até que ao surgir alguém sentindo-se mal por sua imagem em nosso caminho , a língua coça pra compartilhar o que já descobrimos, torcendo pra que acreditando em si mesma, essa pessoa saiba que – aí sim! -, tudo vai melhorar.

Tirar as baboseiras da mulher perfeita de minha cabeça não foi nada fácil. Na verdade, tenha a certeza de que algumas ainda rondam meus pensamentos. Por exemplo, nessas férias de verão,  como numa montanha russa, de tranquila com a vida fiquei bastante borocoxô. Perdi alguns dias de sol, água e areia. Só depois de muito pensar, vi que  precisava relembrar o que já havia aprendido e quem dessa vez me ajudou foi o feminismo.

montagem girl power maia vox

Queen B no VMA 2014. “Feminist: the person who believes in the social, political and economic equality of the sexes. – Chimamanda N. Adichie” (*3)

Assim que me deparei com o nome “feminismo”, dois caminhos se apresentaram: um dizendo que o movimento aplica o machismo ao reverso e que por isso seus participantes devem ser chamados de feminazis e outro, em que o que se busca é nada mais nada menos do que a mesma liberdade e o mesmo respeito entre homens e mulheres. Fui atrás de leituras, conversei com gente de diferentes pensamentos, dos bem resolvidos aos em cima do muro e agora, pelo segundo caminho me apresentado, confirmei de uma vez por todas que o fato de eu ser mulher, preta e não ter corpo de modelo não diz nada sobre o quão longe eu posso chegar.

Tão importante quanto, aprendi que não adianta eu aplicar todos os lindos conceitos a mim e sair por aí criticando quem quer que seja por usar saia curta, vestir burca, ser magra, ser modelo, ter a sexualidade que for… por aí vai. Sabe, se você deseja respeito, dê isso aos outros, mas não significa que quando alguém lhe falar que um vestido curto tira isso de você, você tenha de engolir o cuspir de regras. Talvez seja complicado de compreender no início, mas, com um dia após o outro, entendemos a dosar melhor os lados.

E assim, deixei o que me colocava para baixo de lado e já não mais pretendo perder um dia sequer de praia. Também não sou mais de xingar os shorts curtos como antes. Alías, pelo o que depende de mim, esse tornou-se meu mais novo apetrecho em dias ensolarados. Agora, espero que seja assim também pra você aí: dias com mais sorrisos no rosto. Aproveita que 2015 ta aí para isso!

Beijos e até mais!

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*1 - Aqui onde eu moro, amostrada é a pessoa que gosta de se exibir.

*2 - Gif feito com essas imagens (1,2,3,4,5) por Mari Gomes.

*3 - Montagem com essas imagens (1,2) por Mari Gomes.

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Aviso: um novo visual será estreado no blog a partir do dia 15 de janeiro. Fiquem ligados!

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